30 de março de 2011

6!!!

Seis motivos pelos quais ser mãe é a coisa mais sensacional do mundo:

1 – Você cria outro ser humano novinho em folha, que nunca existiria se não tivesse saído de dentro da sua barriga. É como criar vida do nada, inventar uma pessoa. Um poder tão grande que você nunca antes havia realmente percebido que poderia ter (a não ser quando você era criança e inventava amigos imaginários).

2 – É muito divertido: não existe nada que te faça rir mais do que o seu bebê dando gargalhadas (gás hilariante não conta, faz mal). A natureza acertou muito bem nessas figurinhas: tudo o que eles fazem é fofo ou engraçado. Diversão garantida 24h, inclusive no meio da madrugada (e algumas vezes, com direito a reprises!). Eles são ainda o melhor brinquedo que já inventaram. Essa constatação aí é do meu marido, bobo com a quantidade de horas de diversão inesperadas que a gente ganha com um bebê em casa.

3 – Eles fazem você voltar a ser criança… e ao mesmo tempo, virar um adulto de verdade. Ajudam a matar as saudades da nossa infância: a casa fica lotada de brinquedos,você pode assistir quantos desenhos animados você quiser, vesti-los do jeito que quiser, e inventar as brincadeiras mais idiotas do mundo que eles se divertem como se fossem as mais geniais. Por outro lado, você nunca se sentiu tão responsável, teve uma geladeira tão bem abastecida, se preocupou tanto com a limpeza da casa e manteve um quarto tão arrumadinho (o dele, não o seu).

4 – Eles viciam. Passam a ser a sua coisa preferida no mundo e rapidinho todo o resto parece bobagem. Quer um rock band completinho ou o bebê? Bebê!!! Um carro novo ou bebê? Bebê, bebê! Aquele emprego dos sonhos ou passar o dia inteiro rolando na cama  com o seu bebê e dando gargalhadas? BEBÊ! BEBÊ! BEBÊ!

5 – Eles adoram você. E te fazem se sentir a pessoa mais importante do mundo. Nem conhecem o mundo direito ainda, nem sabem o seu nome ou exatamente o que você é (um peito? um colinho? aquela moça que vem me pegar aqui no berço todo dia de manhã?) mas dão um sorrisão enorme, e às vezes até pulinhos, quando te vêem. E não tem nada que eles gostem mais de ficar grudadinhos em você. Às vezes eu chamo isso de amor.

6 – Um dia eles completam 6 meses e você constata: conseguiu, por metade de 1 ano, criar um ser humano inteirinho, saudável, feliz e ainda por cima bonito. Você é uma vencedora. Ninguém precisa te dar parabéns ou te agradecer por isso: ver o bebê lá inteirinho e dando gargalhadas já é o melhor presente que você poderia desejar.

Feliz mêsversário de 6 meses pro Luisinho (e pra esse blog)!!! =D

25 de março de 2011

3 gadgets básicos para mães de primeira

Que babá eletrônica é útil (e legal pra brincar de walkie talkie antes do bebê nascer) você já está cansada de saber.

Mas existem alguns outros gadgets (ou eletroportáteis, segundo as Casas Bahia) muito mais simples e baratos que facilitam bastante a sua vida quando você tem um bebê  e passa o dia em casa cuidando dele. São ítens que não estão em nenhuma lista de chá de bebê e que ninguém te conta que são tão essenciais.

Mas você, mulher moderna e potencial mãe geek, há de concordar comigo.

1 – Relógio

Um simples e inocente reloginho nunca foi tão útil (a não ser que você seja maratonista ou more na Inglaterra). Se tiver cronômetro, luz noturna, despertador, melhor ainda. É, estamos falando de um daqueles relógios meio anos 90 mesmo (tudo bem, não precisa ter agenda eletrônica, você já tem celular). Por que? Você vai precisar cronometrar os tempos de mamadas, dos intervalos entre elas e de repente saber que horas são rapidinho quando seu filhote acordar querendo brincar às 4h30 da manhã. Ajuda também a te situar no tempo e no espaço quando seu relógio biológico começar a ficar tão pirado quanto o do bebê. Não serve o celular? Não. Celular é um objeto a mais pra segurar quando você já tem que carregar um bebê, uma fralda de pano, um cueiro, babador etc e tal. Por isso ter um relógio sempre à mão – ou ao pulso – facilita muito a vida.  


2 – Câmera fotográfica leve e pequena

Essa é pra manter na cabeceira da cama e não correr o risco de perder aqueles momentos mais geniais do seu bebê – todas as carinhas fofas e engraçadas, as primeiras peripércias, enfim, qualquer coisa – que você certamente vai se arrepender depois se não fotografar. Não adianta inventar de querer tirar fotos só com uma câmera muito sensacional, só no tripé, só arrumadaça. Você nunca vai ter tempo pra isso. E aqueles momentos que você perde com esse monte de frescuras são únicos e passam rápido demais. Ah, sei marido/namorado é um exímio fotógrafo? Sorte sua. Pena que ele não vai ficar grudado em você 24h (mas o bebê vai). Ok, aqui vale também o celular (mas você vai querer mante-lo no silencioso quando o bebê estiver mamando, dormindo ou quase dormindo, isto é, nos primeiros meses, quase o tempo todo).

3 – Kindle

Parece frescura, mas juro que é bem útil mesmo. Na verdade serve qualquer reader – iPad, Galaxy Tab, algum genérico chinês ou até um celular com uma boa tela (mas pára de insistir no celular, que coisa!). É que uma das coisas que você mais sente falta depois que o bebê nasce é de ler. E até é possível dar uma lidinha enquanto o bebê recém-nascido mama ou dorme nos seus braços. Só que a mãe recém saída da maternidade desenvolve uma espécie de TOC muito saudável e natural e começa a passar álcool gel até o pescoço toda vez que pega em alguma coisa antes de pegar novamente no bebê. Então você provavelmente não vai querer ler jornais (que são sujos demais) e revistas (que são médio sujas) enquanto segura seu bebê. Livros até são mais simpáticos (se forem bem novinhos), mas quero ver você passar as páginas enquanto suas duas mãos estão ocupadas. É aí que entram os readers pra facilitar a sua vida. É só apertar um botão pra passar a página (ou nem isso), dá pra ler livro, revista e jornal ali dentro e  dá até pra passar um algodãozinho com álcool na tela. Pelo menos nas teclas, se você não quiser estragar seu brinquedo. Ou então você faz que nem eu, que não tinha um desses – e continuo não tendo – e supre sua necessidade de informação assistindo televisão. Pã.

22 de março de 2011

Do mamá ao mamão

Senhoras e senhores, hoje foi um dia importante na vida de um bebê. Não, não tem nada a ver com a vinda do Obama. Hoje o meu mamão (bebê que mama muito) comeu mamão (a fruta). Foi a primeira vez que ele comeu/tomou/engoliu algo que não fosse leite materno (ou baba). Pelo menos que eu saiba.

A minha intenção era amamentar o Luisinho exclusivamente com leite materno até os 6 meses (faltam 8 dias). Mas o pai participativo (e a avó, e a outra avó, e as tias, e o mundo inteiro) armaram um complô contra os meus peitos insistiram muito pra que ele começasse a comer logo.

E então eu cedi. Achei que os ciumes daquela tigela de mamão amassado acabariam comigo. Nunca imaginei que pudesse ser trocada por uma fruta. E ainda por cima amassada. Mas para a minha pequena alegria, o Luisinho fez cara feia pro mamão (pros meus peitos ele nunca fez, que fique claro). Deu umas cuspidinhas até, mas meio a contragosto e a título de curiosidade, acabou comendo o prato inteiro. O pai foi embora trabalhar satisfeito depois de ter dado a primeira papinha ao rebento e constatar: sim, ele come.

E a mãe, secretamente (agora não mais tão secretamente) se encheu de felicidade quando, apenas 1 hora depois, o bebê implorou loucamente por uma mamadinha. Hehe.

E aí, mamão, vai encarar? =P

09 de março de 2011

Chuvarnaval

Foram 4 tentativas de ir a bloquinhos de carnaval aqui em São Paulo. Todas #fail.

Choveu cada vez que a gente tentava colocar os pézinhos fantasiados pra fora de casa. E aí a mamãe novata aqui descobriu que a equação carnaval na rua + bebezinho + São Paulo = não dá.

Mas o pequeno até teve seus momentos de folia. Desfilou num restaurante fantasiado de bezerrinho no sábado e foi sucesso total. Agora sei como os famosos se sentem. Eu andava na rua e todo mundo olhada pra mim, falando “que lindo, que fofo, que gracinha”. Obrigada, Brasil! Também amo vocês! Beijos e até ano que vem (sem chuva, por favor)!

Foto: tia Larissa Xavier

E fica a pergunta para mães experientes e tias dedicadas: onde é o melhor carnaval de rua para bebês e criancinhas desse Brasil? Dicas?

04 de março de 2011

Bebê insônia – mãe zumbi

Tô que não me aguento aqui. Nunca tive tanto sono na minha vida. Também, pudera: há uns 20 dias Luisinho tem acordado pra assaltar a geladeira (eu) umas 3 vezes por madrugada. Quem aguenta?

Era uma vez um bebê que ia dormir às 20h e só acordava às 6h do dia seguinte. E aí depois que viajamos pra Brasilia, ele deu defeito.

Ainda não descobri qual parafuso aperto pra consertar o meu bebê. Agora ele tem sono às 19h, eu enrolo o bichinho, ele dorme e acorda às 23h chorando. Se eu vou lá, ele fica me cheirando e quer peito. Daí se eu nãou dou, mais choradeira. E aí o pai vai lá, mais choradeira, tenta acalmar, mais choradeira, passeia com ele pelo quarto, mais choradeira. Uma hora dorme. Pra depois acordar novamente às 3h da manhã e aí, adivinha só, mais choradeira.

É quando a mãe entrega os pontos. O restaurante aqui vira 24h. Amamenta, dorme. Acorda 1 hora depois. Amamenta, dorme. E aí acorda e quer brincar às 5h da manhã (acordar feliz significa que ele realmente acordou).

Atenção: essa foto não foi tirada às 4h da manhã

Depois de ler todos os livros sobre sono de bebê, ler os blogs mais legais, conversar com outras mães, babá e pediatra, conclui que isso não é fome nada. Aparentemente, ele acorda assustado porquê eu (ou o meu peito) não estou lá com ele. Acorda achando tudo estranho – como se você dormisse no quarto e acordasse na sala. E aí abre o berreiro.

Todas essas fontes que consultei aí em cima me aconselharam uma reeducação: deixar o Luisinho chorando no berço até aprender a dormir sozinho. O que significa passar uma meia hora ouvindo o meu bebê berrar à noite durante 1 semana, até que ele se acostume.

Mas se é o jeito, a gente faz né. Juro que eu vou fazer. Amanhã mesmo eu começo. Ou no máximo segunda-feira. Ah, não… depois do carnaval…

p.s.: Se alguém aí tiver alguma outra ideia genial, por favor ME AJUDAAA!!!

02 de março de 2011

Baby Gaga proibido

A Mariana, do blog Mãe da Rua, deu a notícia hoje: foi proibida a venda do sorvete feito de leite humano que é assunto do post aí embaixo.

Não, eles não estavam preocupados com os bancos de leite. O motivo do veto da prefeitura de Londres foi que fluidos corporais humanos podem transmitir doenças como hepatite. Ixi.

Então aproveito para dar uma sugestão genial aos sorveteiros do The Icecreamists (que vendiam a iguaria, modernosos e sensuais): FAÇAM SORVETE COM NAN!

POR Gisela Blanco    |    
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