07 de junho de 2013

2 apps pro seu filho + 1 pra você

Seu filho não larga o seu iPhone ou o seu iPad, mas você está cansado de vê-lo brincando sempre com os mesmos joguinhos? Aqui vão duas dicas de apps bem divertidos para crianças pequenas, que ele pode explorar no fim de semana. E, de brinde, um app bem útil pra ajudar você a cuidar melhor do seu filho.

- Lulu & Zazou
Preciso dizer que na minha busca diária por bons apps de livros infantis, costumo esbarrar em muita porcaria e poucos livros realmente legais. Esse livrinho é uma das exceções. Conta história de uma menininha que viaja pra Austália, tem um bom roteiro e ótimas interações pros pequenos ficarem tocando nas imagens. O Luisinho está com 2 anos e meio e conseguiu interagir bem. A tradução também é bem feita – outra raridade. Além da aventura na Austrália, tem uma versão também da lulu na Polinésia. (êta menina viajada!)

- O Circo Mágico do Bita
Achamos esse livro brasileiro meio sem querer querendo na App Store. É uma historinha bem simples sobre… um circo e seus personagens (o equilibrista, o palhaço, bailarinhas…). Cada personagem trás uma brincadeira. Mas o Luisinho simplesmente pirou. Parou na página em que aparece um palhaço e ficou horas tocando na tela pra ver as partes do corpo dele voando longe quando ele espirra – e juntando tudo de volta, no melhor estilo Sr. Cabeça de Batata. O texto e a narração são em bom português. Uma boa.

- Fevertrack
Esse é para você: um app para registrar e controlar os episódios de febre do seu filho pelo iPhone ou iPad. Achei bem útil porque já me aconteceu de, numa certa noite, quando o Luisinho estava doente, ficar em dúvida se eu deveria dar remédio pra ele ou se o meu marido já havia dado e há quantas horas (com o sono e o cansaço, nenhum dos dois conseguia se lembrar ao certo). Com esse app, dá pra guardar o registro das febres, a evolução, anotar qual remédio vc deu e tal. E você ainda pode enviar o histórico pro pediatra do seu filho por e-mail antes da consulta. Uma ideia tão útil só podia ter partido de um pai: o Felippe Moniz e a esposa dele, criadores do Fevertrack, trabalham com TI do Breno de 2 anos e meio e da Clara, de 1 mês. Eles criaram o aplicativo durante as madrugadas, entre uma canseira e outra, pensando justamente nesse perrengue que a gente passa quando nossos filhos ficam doentes. Valeu, Felippe!

03 de junho de 2013

Casas de brincadeiras – uma boa alternativa à escolinha

Foto: site Casa do Brincar

Durante o feriado, a leitora Ingrid Rosin, mãe do João, me escreveu com uma pergunta bem interessante: ela assistia o seriado americano Up All Night e viu lá um modelo de creche em que os pais também vão junto e ficam brincando com o bebê ou criança. Tem um professor que coordena as atividades, mas os pais ficam cada um com seus filhos. “Achei esse modelo bem legal. Mas não consigo achar nada que seja parecido com isso aqui no Brasil/São Paulo. Não sei se existe por aqui. Queria saber e você conhece alguma coisa nesse estilo”, ela diz.

Conheço sim! Na verdade aqui em São Paulo tem vários lugares assim, que não são exatamente escolas, mas um tipo de casa de brincadeiras. Darei a seguir a dica de algumas que conheço alguns na Zona Oeste, mas certamente há outras espalhadas pela cidade (e em outros Estados também). O difícil é encontrá-las procurando pelo Google. Como o negócio não tem um nome exato (não é creche, não é escola, é só um lugar para brincar), pode ser meio complicado encontrar. São estabelecimentos com oficinas criativas, de artes, de música, teatro etc, abertos para pais e crianças de várias idades.

Como a Ingrid, muitas mães e pais sabem da importância da socialização para as crianças pequenas com amiguinhos da mesma idade, mas não querem colocá-las num escolinha antes dos 3 anos. Acho compreensível. Apesar da educação ser importante na primeira infância, não acho que ela tenha que ser obrigatória. Cada criança e cada família tem seu rítmo. Às vezes não querem e não precisam se separar muito cedo, e tem esse direito. Por isso o bom dessas casas de brincadeiras é que você pode ir junto se quiser, ou não. Algumas, como o Clubinho Pequeno Cientista, permitem que você já deixe crianças a partir de 2 anos com eles, em outras, como a Casa do Brincar, é só o bebê conseguir andar. O bacana é que você pode ir só por algumas horas e em alguns dias da semana (dá pra fazer um pacote ou pagar por atividade). Bom pra conhecer algumas brincadeiras novas e dar uma agitada na vida desse nenem. Ou pra deixar seu filho lá só por umas horinhas enquanto você precisa ir a algum compromisso (essas casas geralmente funcionam aos sábados e feriados também!).

Aqui um vídeo do Vila Mundo sobre a Casa do Brincar, pra te ajudar a entender melhor:

Outra vantagem desses lugares: são ótimas opções para as férias – eu inclusive estou escolhendo em qual das casas a seguir vou colocar o Luisinho pra fazer umas atividades em julho.

Aqui vai então uma listinha das casas de brincadeiras que eu conheço. Se você conhece outros, coloque aí nos comentários!

Casa do Brincar (Pinheiros)
Brincadeiras, oficinas e várias atividades para pais e filhos de todas as idades. Crianças que já andam podem ficar desacompanhadas. Um dos mais legais para bebês pequenos.

Clubinho Pequeno Cientista (Perdizes)
Para crianças de 1 a 10 anos. As crianças podem ficar desacompanhadas a partir dos 2 anos. O que parece mais legal são as semanas temáticas – semana do Mágico de Oz, do Carimbador Maluco, dos Saltimbancos…

Familiarte (Alto da Lapa)
O site não tem informações sobre faixa etária, mas parece outro lugar bacana. Além das oficinas de músicas e de artes, tem também oficinas em inglês.

Start (Alto de Pinheiros)
Esse é para crianças maiores: de 5 a 10 anos. Tem várias oficinas de artes, teatro, e também curso de inglês pros mais velhos.

Mamusca (Pinheiros)
Esse tem um dos sites mais lindos que eu já vi e trás a proposta de ser também um espaço de convivência para pais e mães, o que eu achei bem legal (afinal a gente também precisa socializar, néam?). Crianças só podem ficar sozinhas a partir de 4 anos – e a faixa etária é até 6. Enquanto seu filho participa das atividades, você pode ficar conectado trabalhando com seu notebook no café deles.

24 de maio de 2013

Brincadeiras antigas X brincadeiras modernas: como conciliar?

Estamos em plena Semana Mundial do Brincar. O fim de semana vai ser agitado com uma programação enorme de brincadeiras grátis em várias cidades do país. Fiquei empolgada pra levar o Luisinho em alguns eventos aqui de São Paulo – em um parquinho ao ar livre se o clima permitir, no Sesc se o tempo fechar. Fiquei feliz em pensar que o meu pequeno vai aprender a brincar com toooodas aquelas brincadeiras divertidas e inocentes que me divertiam quando eu era criança… esconde-esconde, pega-pega, cabra-cega, amarelinha e tantas outras, tantas, tantas… tantas? PERAÍ! “Acho que minha memória tá te traindo, Gisela”, ouço o meu subconsciente falar. Eu cresci jogando video-game e assistindo TV, essa é a verdade. É claro que brincava também dessas brincadeiras infantis, principalmente quando tinha amiguinhos e primos junto. Mas não era a regra. O normal, durante várias fases da minha infância e adolescência, era ser daquelas crianças viciadas que vai até o fundo do poço do vício tecnológico, pulando as refeições pra não ter que dar um stop na fase mais importante do jogo (que era sempre qualquer uma em que eu estivesse).

Não sei qual é a média de horas que uma criança hoje passa brincando longe de uma tela. Seria difícil medir, já que, se não tem um console portátil, têm joguinhos super divertidos a todo tempo no bolso dos pais. Na minha época, pelo menos quando estava fora de casa eu era obrigada automáticamente a brincar offline (até inventarem aqueles mini-games de Tetris enormes paraguaios que a gente comprava no camelô).

Acho bem importante criança correr, brincar solta por aí, de casinha, de faz-deconta, de qualquer brincadeira inventada, soltando o corpo e a criatividade. Mas não compartilho essa nostalgia de alguns pais e mães do “ah, no meu tempo era melhor”. Eu sei muito bem o que eu adoraria ter quando era criança: um iPad! Teria pirado com um. (ok, meu Phanton System também me fez muito feliz, não cuspo no prato que comi). O fundamental é que os adultos dividam o tempo das crianças entre uma atividade e outra. Por que elas não conseguem fazer isso por conta própria.

“Ah, mas se ele puder escolher, vai querer ficar só na frente da TV, né…”. Então… não pode escolher. Essa foi uma discussão bacana que surgiu numa palestra organizada pelo Comer Para Crescer com o educador Marcelo Cunha Bueno que rolou na semana passada. Às vezes é difícil pra gente ter que ficar de carrasco administrando as atividades das crianças. Mas não tem jeito, é nosso papel, elas precisam da gente pra isso. Não quer desligar a TV depois das 2 horas estipuladas por dia? É aí que você entra na história e desliga pra ela. Esconde o controle. Põe senha, codifica. Joga pela janela (e depois compra outra, sua milionária). As crianças não sabem ainda o que é bom pra elas e raras delas tem capacidade de administrar o próprio tempo (até onde eu sei, essa é uma tarefa que até os adultos têm dificuldades de fazer). Então a gente tem que ir lá e fazer isso por elas. Mesmo que doa. Mesmo que a gente se sinta a chata do pedaço (e somos mesmo, fazer o quê). Paciência. Entrar no mundo offline é mesmo difícil.

Minha felicidade é saber que eu nasci em uma época com opções. Até onde eu sei, brincar de esconde-esconde não é proibido, então eu posso desligar o tablet e correr pela casa. Mas que bom que o tablet existe e também é uma opção. Às vezes a gente passa muito tempo ocupada, trabalhando, fazendo mil coisas e não tem tempo nem criatividade para se lembrar de todas as opções de brincadeiras que a gente conhecia e ensiná-las pros nossos filhos.

Por isso, na briga entre as brincadeiras antigas e as novas, quem ganha é… as duas! [Nota pessoal: quando eu era criança, odiava que todas as brincadeiras organizadas pelo meu pai terminavam em empate. Mas fazer o quê, se às vezes na vida é assim mesmo?]

Graças à própria tecnologia, temos hoje uma arma até mais poderosa do que o poder de sedução dos smartphones sobre nossos pequenos: a informação. Os pais de hoje (nós!) têm mais fontes e sabem cada vez mais a importância da brincadeira, por isso estimulam mais esses momentos. Ou pelo menos deveriam. É tão fácil ler um dos milhares de blogs legais que existem e receber a dica certa…

Então olha que bacana: você pode usar o tablet ou o computador para pesquisar brincadeiras tradicionais e se divertir offline com o seu filho. Gosto muito desse infográfico da Folhinha com brincadeiras regionais do Brasil, o Mapa do Brincar. E desse especial aqui do IG Delas, com 100 brincadeiras para crianças de várias idades.

Então, com uma ajudinha da tecnologia, bom fim de semana da brincadeira pra vocês! =)

21 de maio de 2013

Que tal apresentar heróis dos quadrinhos e do rock para o seu filho ao mesmo tempo?

Achei genial o trabalho desse ilustrador de Curitiba, o Butcher Billy, que imaginou super-heróis como alguns dos meus músicos preferidos. Tem o Morissey, do The Smiths, o Robert Smith do The Cure, o Billy Idol… só figuras importantes do pós-punk, pra já ir educando a criançada pro tipo de música que eles precisam gostar quando crescerem. (tá bom, um dos tipos). Eu curti tanto que encomendei um poster por esse site gringo em que o autor vende e entrega com frete grátis no Brasil. Bem mais barato do que comprar pôster daqui mesmo… vai entender…

POR Gisela Blanco    |    
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16 de maio de 2013

Como fazer fotos divertidas do seu bebê em casa

Muita mãe fica com vontade de fazer fotos profissionais em estúdio com seu bebê pequeninho. Mas aí o tempo vai passando, os dias são corridos e cansativos, a grana é pouca ou o marido acha brega. E muitas de nós acabam não fazendo. Eu, por exemplo, não fiz.

Por isso achei muito legal a iniciativa da estudante Danielle de Paula, que me mandou as fotos que ela faz do filho dela, o Rafael, de 3 meses. A Danielle me contou que ela é mãe solteira e teve depressão pós-parto. Mas aí resolveu combater a tristesa fazendo essas fotos divertidas do pequeno, inspiradas no trabalho de uma fotógrafa finlandesa Adele Enersen. A Danielle usa coisas que encontra em casa ou pega emprestado. Usa uma câmera comum, nada profissional. Uma boa idéia que todo mundo pode fazer para aproveitar essa fase dos pequenos que passa tão rápido, né?

Olha só como fica divertido o resultado:

15 de maio de 2013

Vão se os peitos… fica a discussão

Um peito de Angelina Jolie em ação

Ontem ninguém falava em outra coisa: a dupla mastectomia feita pela atriz Angelina Jolie para prevenir um câncer de mama do mesmo tipo que matou sua mãe aos 50 e poucos anos. Para quem estava viajando, trabalhando demais ou em coma ontem e não viu nenhum jornal: ela retirou os dois seios e colocou uma prótese no lugar depois que descobriu ser portadora de uma alteração genética que aumentava em 87% os riscos de ela desenvolver câncer de mama. E em 50% o de ovário.

É claro que na ciência e na medicina nada é tão matemático assim. Por isso, além das mensagens de apoio e reconhecimento da coragem de Angelina, começaram a surgir críticas de várias partes: será que uma cirurgia tão radical e traumática era mesmo necessária aos 37 anos? Antes mesmo de descobrir uma doença real? Apressadinha?

Nessa matéria do NYTimes do mês passado, antes do anúncio de Angelina, uma jornalista que já teve câncer de mama fala do crescimento da indústria de prevenção ao câncer e do alarmismo desnecessário que às vezes ela pode criar. Essa outra da CNN mostra que nos Estados Unidos cresceu muito nos últimos anos o número de mulheres que fazem a dupla mastectomia ao descobrir o câncer em um estágio recente, e mesmo quando o tumor era em um seio só. É claro que retirar as duas mamas não é uma escolha óbvia nem uma decisão fácil. Não é também a única forma de prevenir esse tipo de câncer e nem garantia vitalícia de que ele não vá aparecer mesmo assim, como mostra essa matéria da Veja.

Aliás, mesmo quando a cirurgia é super indicada, ela ainda é muito traumática. Se você teve uma mãe ou uma irmã que teve a doença, por exemplo, pode fazer um exame para descobrir se tem o mesmo gene defeituoso. O problema é que esse exame é bem caro: cerca de U$ 4.000.

Por isso alguns críticos da atitude de Angelina temem que mulheres que não tem acesso a esse tipo de exame caro queiram fazer a cirurgia sem necessidade. Mas apesar de saber que o número dessas cirurgias está mesmo aumentando no mundo, eu não acho que elas vão tomar o mesmo rumo das cesárias, que muita gente faz sem saber se precisa mesmo, só porque parece “mais fácil”. Uma mastectomia é algo muito muito traumático, toda mulher sabe disso. Envolve uma decisão muito séria de mexer numa parte do corpo muito querida para nós, mulheres.

Amamentar foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer na minha vida. Pode parecer estranho, mas passei a ter uma “relação” muito melhor com os meus seios, a gostar muito mais deles depois que amamentei o meu filho. Achei que eles ganharam muito mais significado. Passaram de meros símbolos sexuais (que nunca foram o meu forte, já que eu sempre fui meio despeitada) a alimentadores de bebê, poderosos e úteis.

Nem consigo imaginar como me sentiria se tivesse que tirá-los. Ficaria arrasada, provavelmente. Mesmo com a possibilidade de colocar silicone no lugar. A estética seria o menos importante pra mim. É triste não ter qualquer parte do corpo (apesar de eu não sentir nenhuma saudade do meu apêndice, hehe), especialmente uma que é símbolo de feminilidade. Ao mesmo tempo, acho muito feminista colocar a saúde à frente da estética.

Pode parecer piegas ou sensacionalista quando uma atriz de Hollywood diz que retirou os seios pensando nos filhos. Para passar mais tempo ao lado deles. Mas não é o que qualquer mãe faria se pudesse?

Toda mulher deve ter alguma pequena história que a faça pensar sobre isso. Logo depois que eu tive o meu filho, descobri uma lesão no meu útero. Os exames indicavam que era de alto grau – poderia virar um câncer. Em poucos minutos consegui imaginar meu bebê crescendo sem mãe e eu perdendo a chance de fazer parte da vida dele. Foi desesperador. Essa preocupação durou dias, semanas. Até chegar a data da cirurgia, que não demorou muito. Retirei uma pequena parte do meu útero. Foi rápido, simples, ficou tudo bem. Mas agora preciso fazer exames a cada 6 meses para ter certeza de que a tal lesão não voltou. Cada exame negativo é um alívio. Mas até recebê-lo, fica um medo de que é dessa vez que algo pode estar errado dentro de mim sem que eu nem perceba. É psicologicamente doloroso esperar – muito mais do que a dor do exame que a cada 6 meses tira um pedacinho de mim para a biópsia. Então posso dizer que se eu não pretendesse ter mais filhos, consideraria fazer uma cirurgia para retirar o meu útero. Como muitas mulheres já fizeram – inclusive a minha mãe – e não se sentem menos femininas por causa disso.

É uma pena que nem todas as mulheres tenham acesso a esse tratamento e prevenção. Precisamos advogar para que elas tenham, certamente. E é isso o que eu mais gosto nessa discussão. Enquanto esse acesso universal à saúde de qualidade não chega, se eu tiver possibilidades e dinheiro de fazer qualquer coisa para viver bem mais tempo ao lado do meu filho, farei – o que inclui me arrastar para a academia semanalmente e reduzir a quantidade de bobagens que eu gostaria de comer.

Aliás, saindo dos peitos e indo para o estômago, foi mais ou que o meu pai disse para mim que estava fazendo quando decidiu passar por uma cirurgia de redução de estômago. Pensando em mim e no meu irmão. Havia uma lista de indicações médicas por ele ter hipertensão, dificuldades de andar e um sobrepeso muito grande. Na época, há uns 10 anos, as chances de ele morrer na cirurgia eram muito maiores do que hoje. Por isso foi uma decisão bem difícil na época. Mas deu tudo certo e ele está vivo para mimar o neto, mesmo que morando em outra cidade. Agora, será que PRECISAVA mesmo fazer a cirurgia, mesmo podendo viver gordo simplesmente? Será mesmo que seu coração não aguentaria? Não dá para saber. O que sabemos é que ele está aqui hoje, o que nos leva a crer que foi a melhor decisão para todos.

Alguém pode dizer que, assim como a indústria do câncer, há a indústria da cirurgia de estômago. Bom, há muitas indústrias no mundo. E elas vão continuar existindo, por mais que a gente advogue contra elas. O que eu posso fazer e você também, é escolher de quais delas gostamos e de quais vamos nos beneficiar. Eu, que já vi uma lista enorme de familiares e amigos se beneficiando muito da cirurgia bariátrica, apoio ela totalmente. Mesmo que vire moda, mesmo que vire indústria. Da mesma forma, eu desaprovo a indústria do Fast Food, que não me serve em muita coisa e não faz muito bem. Há indústrias e indústrias. Que bom que elas existem e que alguém tem interesse em que muitas delas sobrevivam. E melhor ainda saber que nós temos livre arbítrio para escolher as que são boas para nós ou não.

E que bom que podemos continuar debatendo e formando opiniões sobre cada uma dessas coisas. Vão-se os peitos, ficam as boas discussões.

14 de maio de 2013

Flinststones e Bob Esponja em stop motion? Que bruxaria é essa?

Por Livia Holanda, do Dilata Pupila

Eu diria que estão reinventando os desenhos, porque o público já cansou de assistir Os Flintstones animados por Hanna Barbera ou Bob Esponja por Stephen Hillenburg… só que nunca na vida tal injúria sairá dos meus lábios ou de meus dedos, queridos leitores. Mais provável é que outros fãs sinistrinhos se aproveitem da obra de arte que essas séries animadas já são pra experimentar outros formatos de sucesso e mostrar que a parada é boa até em outras técnicas, desde que bem feita. Curte só o que eu tô falando…

Flintstones – Stop Motion

It’s A SpongeBob Christmas!

Essas pérolas de animação foram produzida pela Screen Novelties, um coletivo de malucos por stop motion que querem dar mais dinamismo aos desenhos clássicos. Formado por Mark Caballero, Seamus Walsh e Christopher Finnegan em 2003, o estúdio conta com um espaço físico maroto em Los Angeles e com um grupo talentoso de freelancers, que variam de animadores, escultores, designers, fotógrafos a artistas digitais. Entre os clientes dos caras estão Nickelodeon, Cartoon Network, Nike, FOX e Paramount. É, jovem, trabalho digno de muito aplauso. O portfólio é de fazer passar algumas horas admirando e o Vimeo pede assinatura. A-do-rei!

Só pra finalizar, um curta publicitário feito pra loja online Rotofugi, que quem gosta de Toy Art vai pirar. Imagina se nossos brinquedos nos colecionassem? Genial.

10 de maio de 2013

Os melhores vídeos de dia das mães

Se a data é nossa, temos todo o direito de nos emocionar, de cantar, de rir e falar bobagem. Por isso amei esses dois vídeos que me fizeram rir e chorar ao mesmo tempo. Beijo pra essas mães que mostram a cara na tela e fazem nosso dia mais emocionante. Vocês são foda!

Vídeo do Minha Mãe que Disse

Homenagem musical do Vila Mamífera

10 de maio de 2013

8 presentes de dia das mães que você ainda tem tempo de preparar – e que não custam nada!

Dia das mães é a maior movimentação da presentaiada nessa internet. É claro que todo mundo gosta de ganhar um agradinho. Não me venham com essa de que a data é comercial e blá blá, que eu vou te dizer que eu sigo o calendário ocidental capitalista e valorizo muito as datas comerciais. Tá, sério, não precisa ser algo comprado. Mas tem que ter uma lembrancinha, pô! Então se você é como eu, que sempre deixa para comprar presentes na última hora, eis aqui uma lista de coisas que todas nós gostariamos de ganhar e que não se vendem nas lojas.

1 – Uma bela noite de sono sem interrupções. E, quando você acordar, um cafézão da manhã servido com um sorrisos no rosto de toda a família. Depois disso eles ainda podem te levar para passear, ir a um parque, ou qualquer outro programa legal que você sempre quer fazer mas ninguém tem tempo pra te acompanhar.

2 – Uma nota promissória. Dizendo que ele vai passar a dividir mesmo todas as tarefas de casa com você daqui pra frente. Serião. Nada de fazer almoço e ajudar a limpar a casa só em ocasiões especiais. É no dia a dia que a gente quer que eles reconheçam a trabalheira que dá e metam a mão na massa. Essa promissória não pode ser revogada nunca mais.

3 – Fazer um vídeo ou seleção de fotos. Uma seleção de imagens digitais que mostre os melhores momentos dessa maternidade tá fácinho, né? E faz qualquer mãe chorar fácil fácil. Se você tem preguiça ou acha que não vai ter habilidades pra isso, tem várias ferramentas grátis na internet que podem te ajudar. Só pra citar alguns: Smilebox, o Freemake, OneTruMidia, Kizoa, Stupeflix, e mais um monte de apps no iPad que te ajudam nesse trabalho.

4 – Uma carta de amor. Sério, há quanto tempo você não recebe uma dessas? Não estou falando de um bilhetinho qualquer. Mas uma longa carta de amor, escrita à mão, que lista timtim por timtim todos os detalhes maravilhosos da convivência dele com você. E que promete amor eterno a você no final, claro. Pra guardar para o todo sempre. =)

5 – Um piquenique de surpresa. Vocês estacionam pra ir ao parque e de repente seu filho (ou marido etc) tira do porta-malas uma cestona cheia de frutas gostosas e sanduichinhos que ele fez! Um dia delicioso para nunca mais ser esquecido.

6 – Arrumar algo que você sempre diz que vai fazer mas não tem tempo. Tipo reorganizar seu armário, encontrar um lugar para guardar os sapatos que não tem mais espaço, dar aquele trato nas plantinhas da varanda. Você vai dormir todos os dias pensando que um dia você dá conta e aí no dia das mães acorda e… o trabalho foi feito! Presentão.

7 – Uma serenata. Essa vai revelar o meu lado brega: imagine que coisa linda ser surpreendida de manhã com seu filho e marido cantando pra você aquela música que você adora, que eles ensaiaram escondidos? Eu certamente me acabaria de chorar.

8 – Um presente criativo feito com coisas que você tem em casa. Fiz uma seleçãozinha de ideias legais no meu Pinterest. Olha lá!

Pensou em alguma outra bem legal que não está aqui nessa lista? Então coloque aí nos comentários! E, se você for mãe, aproveite pra deixar esse post meio aberto no seu computador ou quem sabe mandar o link sem querer pro seu filho (namorado, marido…)…. ;)