28 de fevereiro de 2011

Baby Gaga – o sorvete de leite materno

Em Londres já tem: sorvetinho feito de leite materno (e o que é que não tem por lá, né?). Está à venda por 14 libras (40 reais por uma tacinha) em um restaurante em Convent Garden, no centro de Londres. É feito com o leitinho doado por 15 mamães britânicas e servido por atendentes vestidas de Lady Gaga (oi?).

A dica foi da tia Camilla Costa (@_camillacosta), hoje de manhã no twitter.

Posso confessar que, tirando a Lady Gaga da história, eu já tinha pensado nisso antes? É que quando coloco uma mamadeira com leite no congelador, vira isso mesmo: sorvete. E como o leite humano é leve e docinho, dá pra imaginar que, superados os preconceitos, parece mesmo bem gostoso.

Mas aí a ideia de transformar o conteúdo da mamadeira em iguaria pra gente grande esbarra no seguinte problema: leite materno não pode ser vendido (que nem sangue humano, que no Brasil só pode ser doado). E já não tem doadora de leite materno o suficiente para abastecer os bancos de leite do país, que alimentam vários bebêzinhos prematuros, órfãos e por aí vai.

Aliás, alguém me responde: como será que andam os bancos de leite da Inglaterra? Será que eu estou sendo politicamente correta demais e por lá o NAN reina absoluto e ninguém se preocupa com isso?

POR Gisela Blanco    |    
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28 de fevereiro de 2011

Gargalhadas

Mãe sofre. Carrega o bebê por quase 10 meses (não, não são só 9) dentro da própria barriga, debaixo do pulmão e acima dos rins, fica com as pernas inchadas, ganha varizes, estria, celulite. Entra em trabalho de parto – que dói muito. Depois que nasce, nunca mais a gente dorme direito, passa o dia trocando fralda, amamentando, dá banho, brinca, corta unha, faz arrotar, limpa baba, balança pra dormir etc etc etc.

E aí vem essas criaturas chamadas PAIS, que nem cicatriz de cesariana têm, e são eles que conseguem arrancar as melhores gargalhas dos nossos filhotes. Sacanagem.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Fa16qXpZQFg&w=640&h=390]

23 de fevereiro de 2011

Mamãe não quer trabalhar

É oficial: interrompi a minha licença-maternidade antes dos 6 meses recomendados pelo Ministério da Saúde (mas não pelo Ministério do Trabalho) e voltei a frilar.

E olha… não vou mentir não, tá difícil.

Sempre fui uma daquelas pessoas meio indecisas, que gosta de fazer muita coisa ao mesmo tempo, mas com uma enorme dificuldade de escolher uma só pra me dedicar e fazer bem feito. Eis que uns 5 meses atrás tudo mudou: surgiu uma coisinha a que eu posso me dedicar sem medo de ser feliz e da qual eu tenho certeza que não vou me cansar nunca.

Meu novo objetivo de vida ficou claro: ter um monte de filhos, e depois netos, fazer cursos, viajar, ter mil amigos. Igualzinho à minha avó Elna, a bisa geek daquele post alí embaixo. Enfim, uma vida bem vivida com uma família enorme. Sem muitas cobranças, arrependimentos e angustias. Passando a maior quantidade de tempo possível perto de quem eu amo. Cuidando e recebendo carinho. O emocional à frente do profissional.

Afinal, o que é mais importante nesse mundo?

Mas não, as mulheres de hoje não tem mais coragem de largar a profissão para ficar com os filhos. Nem mesmo quando podem (marido apoiando e tal). Eu não tenho. Você teria?

Outro dia conheci uma mãe de uma menininha de 3 anos numa lanchonete e em pouco tempo de conversa ela me confessou que não queria mais trabalhar. Foi se candidatar a um emprego e o entrevistador perguntou: “qual é o seu objetivo de vida?”. Logo veio à cabeça: “passar o máximo de tempo com a minha filha”. Mas o que ela disse foi: “uma casa na praia”.

Fico imaginando quantas mulheres por aí não sentem o mesmo e não tem coragem de dizer nem mesmo pros maridos. Somos vitimas da nossa própria luta feminista. Nos libertamos dos homens, mas agora somos escravas do trabalho. Ao contrário das nossas avós, desde pequenas somos treinadas pra não depender desses caras com quem a gente acidentalmente se casa. E se acontece de precisamos mesmo da ajuda deles, principalmente financeira, ficamos desesperadas.

Deixar o trabalho de lado pra cuidar dos filhos?

Nem pensar. Imagine o que a sua mãe iria dizer? A minha certamente não aprovaria. Afinal, ela trabalhou tanto pra que eu pudesse estudar e ser independente…

De fato, sabemos muito bem os riscos que as mulheres correm quando passam a cuidar dos filhos e da casa. De ficar fora do mercado de trabalho, de perder a independência financeira, de se tornarem menos provedoras do que os homens (ou nada provedoras), de ficarem sem assunto na mesa de bar.

Eu, por exemplo, que nem sou workaholic (sim, moro em São Paulo e tenho coragem de admitir isso), e tiro férias muito melhor do que trabalho, sinto uma baita falta de ver um dinheirinho caindo na minha conta corrente. E o medo de ficar pra trás no mercado? Ver o pessoal evoluindo na carreira e eu nada. Ficar parada no tempo, que nem um dinossauro. Creda. É apavorante.

Socorro.

Lá se vão uns 30 anos da revolução feminista e aqui estamos nós ainda lutando para equilibrar nossas responsabilidades. O mercado de trabalho sacaneia a gente? Verdade. Ainda temos que lutar pra ganhar salários equivalentes aos deles? Muito. Eleger presidente mulher não significa muita coisa? Necas.

Mas quando o medo de não trabalhar se sobrepõe à vontade real da mulher…  é um saco. A pressão é tão grande, por todos os lados (principalmente a que vem de dentro de mim) que não dá pra resistir. E a gente pega no batente quando tudo o que queria era ficar lambendo a cria o dia inteiro.

É claro que eu não quero passar a vida inteira APENAS cuidando do meu filho. Porque ninguém aqui quer passar o tempo todo fazendo uma coisa só. Mas se você me perguntar hoje qual é a minha coisa preferida nesse mundo, tchan nan, a resposta é bem fácil.

Ainda quero trabalhar e estudar muito, aprender coisas sensacionais, influenciar os rumos do mundo, quem sabe escrever livros de sucesso, ganhar dinheiro o bastante pra comprar um veleiro. Só que nada disso me parece agora realmente mais importante do que ficar com o meu bebê. Às vezes quando eu olho pro meu bebê, me faço a seguinte pergunta: “o que é que eu tava fazendo antes mesmo?”.

Será que é instinto?

Uma amiga que tem uma filha de 4 anos me disse que essa sensação é algo passageiro, um mecanismo natural pra que a gente cuide bem dos filhos. E que depois de um tempo, a mulherada fica morrendo de vontade de fazer qualquer outra coisa. Talvez ela tenha razão e daqui a pouco eu fique desesperada pra trabalhar fora. E pra ter mais assunto pra mesa de bar, além de fraldas e brinquedos e tal.

Peço sinceras desculpas às feministas que lutaram tanto pela minha libertação, mas o trabalho delas não está completo. Ainda temos que lutar pela coragem de admitir o que realmente queremos, sem medo do estigma da dona de casa vazia e anulada. Ser obrigada a ficar em casa não era terrível. Mas ser obrigada a trabalhar também é um porre.

Quem é que me responde: quando é que a gente vai realmente poder escolher?

Eu sei que não é assim para toda mulher. Mas para mim, até agora, ter filhos tem se mostrado bem mais divertido do que trabalhar. E quem é mãe sabe: os pequenos, ao modo deles, já dão o maior trabalhão. Licença-maternidade não é nenhuma mamata: a gente não dorme direito, passa o dia inteiro por conta deles. Quando eles sossegam, corre pra lavar roupas, limpar a bagunça, fazer a comida. Nada de folga. Mas é o trabalho mais legal do mundo. E sim, paga-se muito, mas muito bem (com sorrisinhos, carinho e fofura… que não enchem a conta bancária mas dão uma felicidade…).

20 de fevereiro de 2011

Magic belly

Já disse isso aqui antes e, mesmo sem me ler, não é novidade pra ninguém: toda mulher grávida uma hora se sente gorda, inchada, esquisita. Mesmo assim, incrivelmente a gente se sente mais linda do que nunca. E não cansa de ouvir elogios das outras pessoas na rua também (depois do parto dá até uma saudadezinha, sabe?). Ah, é: o mais incrível é como os maridos milagrosamente ficam encantados com o nosso corpitcho de balão.

Na minha última semana de gravidez encontrei uma conhecida em um show e ela ficou toda emocionada, com lágrimas nos olhos ao me ver com aquela barriga enorme. Obviamente se lembrou do barrigão dela quando estava grávida também e morreu de saudades. Agora eu sei mais ou menos o que ela sentiu:

[vimeo http://vimeo.com/14235967]

Ah, é: para uma grávida bonita, nada melhor do que um marido fotógrafo. E, de preferência, também amigos músicos. Como os da moça acima, que fizeram essa canção – Magic – especialmente pra ela.

p.s.: beijos para Raoni, fotografador oficial da minha gravidez =)

DaS próximaS  vezeS a gente faz várias assim, hein tio Raoni!

17 de fevereiro de 2011

Mãe é bicho besta

Sempre achei esquisito quando alguém (mãe, pai, vô, dinda coruja) mostrava uma artimanha do filho na telinha do celular me fazendo concordar “ele não é tão esperto??”. É, claro que é, a gente sempre responde. Mas na maioria das vezes aquela artimanha é só um “bu bu bu, ga ga” mais empolgado, ou algo tão complexo quanto pegar no pé, escrever uma letra e por aí vai. Coisa tão divertida pra mim quanto reprise de Big Brother às 4h da manhã (é verdade, tem quem goste).

Agora finalmente descobri qual é a graça da coisa. E traduzo pra vocês, caros leitores que ainda não entenderam essa abobalhação materna: a gente ganha lá na maternidade um bichinho minúsculo e completamente incapaz. Daí se acostuma a ter que cuidar daquele pacotinho que não faz quase nada, nem sorri. E aí de repente isso vai mudando: o bebê começa a interagir. E é exatamente aí que a gente fica besta. De uma hora pra outra aquele bichinho começa a rir, a gargalhar, dar gritinhos, pegar no pé, enfim, a fazer coisas de gente. E é tão rápido que isso acontece que você quase não acredita. E quer mostrar pra todo mundo.

Falando nisso, olha aí as risadinhas do meu filhote com o Fantoche que a tia Didi deu (e que ninguém OUSE achar corujice minha!):

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hI35DOcu-Og&w=640&h=390]

15 de fevereiro de 2011

Mãe canguru 2.0

Uma típica mãe com seu gadgetzinho

Uma mãe geek normalmente quer precisa ter as mãos livres enquanto cuida do seu bebê. Afinal, são as amigas direita e esquerda que você vai usar para brincar no seu smatphone, usar um reader, mandar um e-mail ou dar uma blogadinha, jogar videogame… essas coisas essenciais do nosso dia-a-dia que a gente deixa de lado assim que o bebê sai de dentro da barriga.

E então a mãe geek descobre os carregadores e estrelinhas passam a cintilar novamente em nosso céu eletrônico.

No começo eu tinha um certo preconceito. Achava esses carregadores de bebês uma coisa muito hippie. O que combinava comigo deveria ser mesmo um carrinho bem cheio de frescura, com umas rodas bem grandes, amortecedor, cintos de segurança e, se eu tivesse direito, até motor.

Então eu comprei o carrinho mais bem equipado que eu consegui encontrar pela Amazon, mas ele nunca chegou. E aí eu decidi que era hora de deixar meus preconceitos de lado e mergulhar no mundo dos slings. Não foi fácil aprender a usá-los (e até hoje me enrolo um pouco com eles – literalmente), mas foi só pegar um pouco de prática pra começar a amar.

Já me perguntaram se isso é coisa de índio, de que tribo é, se eu virei hippie coisa e tal. A resposta é não para todas as anteriores (tribo? sei lá), mas acho mesmo que é coisa de americano. Quando você digita “sling” no youtube aparece uma profusão de vídeos gringos ensinando a usar os tecidinhos.

Nos dias que eu quero realmente ser prática (tipo em passeios muito longos, de ônibus, metrô etc), coloco o Luisinho num wrap, uma mochilinha nas costas com as coisas dele e a carteira e o celular nos bolsos da calça jeans, pra ficarem bem acessíveis. Estamos prontos para qualquer parada, mermão!

Pra quem não entende nada desse mundo (que nem eu há muitíssimo pouco tempo), aqui vai uma breve explicação dos tipos de slings que eu uso:

Luisinho numa boa

* Sling de argola – É o mais comum. Tenho um de lycra que usei para sair da maternidade (presente da minha querida prima Mavi) e outro de algodão, que comprei no Mercado Livre. O de algodão é melhor para o verão e evita o efeito iôiô para bebês pesados – quando você coloca o bebê no tecido e ele afunda. É bem fácil de usar: é só passar o tecido pela argola e vumbora. Perfeitos para amamentar, já que o bebê deitadinho nele fica de cara com o seu peito. Só tem um defeito: ficam apoiados em um ombro só, e aí se você não troca de ombro o tempo todo, dá uma dor… Um dia cheguei em casa com uma dorzona dessas, e aí xinguei muito no Twitter. Foi então que a Cátia me apresentou o maravilhoso mundo dos…

Rolinho primavera já saiu de moda

* Wraps – Que são simplesmente uns tecidos enormes, de 5 metros de comprimento por
meio de largura. O lance todo é aprender a amarrá-los e dar bons nós pra que eles fiquem bem presos e o bebê seguro. Ele se apoia nos dois ombros e na cintura, então o peso fica bem distribuido pelo corpo e a mamãe evita uma lordose, escoliose etc (na medida do possível, porquê é impossível mãe não ter várias dessas aí). A Cátia me mandou 2 – um de tecido elástico e outro de um tecido que parece de rede, ótimo para quando o inverno chegar. No momento estou usando mais o elástico, que pro wrap achei melhor do que pro sling. Ainda não sei onde são vendidos aqui no Brasil (alguma dica?), mas de qualquer forma, são bem fáceis de se fazer em casa mesmo – ou com a sua costureira favorita. São mais difíceis de aprender a usar, mas uma vez que você aprende é… paixão.

O meu filhotinho, que é viciado num colinho, adora andar por aí grudado em mim. Dorme no tecido, mama, passeia olhando pra rua, com a cara pra mim, perninhas pra fora, perninhas pra dentro e em frente e avante! As mãos ficam livres e a gente também se sente mais independente. Como vocês podem ver no post aí embaixo, já aprendi até a jogar videogame com o Luisinho amarrado em mim. Depois dessa, aposto que ninguém duvida da utilidade dos carregadores.

Vale a pena, principalmente pra quem mora em cidades como São Paulo, cheias de subidas, descidas e calçadas horrendas, onde andar com carrinho é meio assim:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=W57hxZPzcpc&w=480&h=390]

Hum… mas pensando bem, no caso dela, não sei se um sling resolveria.

Atualizando: recebi um comentário da Bruna, que tem uma loja chamada Kika de Pano. Ela vende wrap no Brasil e manda para qualquer cidade. Fica a dica!

11 de fevereiro de 2011

Guitar Luisinho

Pra fazer justiça ao nome desse blog, tive que inventar um jeito de jogar videogame com o meu bebê de 4 mêses no colo. Amarrei ele no wrap e arrisquei um Guitar Hero. Foi só uma primeira tentativa, então POR FAVOR, não reparem na minha cara de concentração mesmo jogando no easy e errando um monte. Droga, aposto que vão reparar.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jctqvCrb2oI&w=480&h=390]

p.s.: A música é Sex on Fire, do Kings of Leon.

11 de fevereiro de 2011

Luisinho e o Planalto Central

Finalmente na semana passada o meu filhote conheceu o quadradinho de onde vem a mãe dele (= eu). Foi uma viagem de apenas 1 semana, mas foram dias intensos de muitas visitas, passeios e bebê conforto pulando de carro em carro.

Não deu tempo de apresentar pro Luisinho todos os lugares e as pessoas queridas que ele deveria conhecer.  Mas foi tempo o suficiente para ficar morrendo de vontade de voltar praquela Brasila eterna. Nunca tinha reparado tanto antes (pq será?), mas a terrinha é um lugar danado de bom pra criar filhos. As calçadas são planas, toda quadra tem um parquinho decente e de fácil acesso, faz um friozinho gostoso de manhã e a grama fica com um cheirinho de molhado delícia. E quando os filhotinhos ficam maiores, os carros ainda param na faixa de pedestres pra eles atravessarem.

Ué... aqui não tem ladeira não?

Por isso, foi uma semana de relativo descanso para os meus bracinhos carregadores de bebê. De volta a São Paulo, Luisinho aposenta um pouco o carrinho e volta aos slings. Ainda bem que eu tenho vários legais, pra andar com o bebê bem grudadinho em mim (como o wrap que a Catinha me mandou da Dinamarca). Afinal, eu vivo reclamando: andar com carrinho aqui no meu bairro é quase a mesma coisa que fazer o Rali dos Sertões a pé carregando uma bomba-relógio.

Ai, ai, São Paulo…

Mais fotos de Brasília aqui no Flickr

11 de fevereiro de 2011

Feliz domínio novo!

O Luisinho ainda não engatinha, mas esse blog sim. Estamos organizando as coisas por aqui e já até registramos um domínio próprio. Dá uma olhada aí em cima: agora nosso endereço é www.maegeek.com.

Eu que nunca tinha registrado um domínio antes, estou super empolgada, achando a coisa mais sensacional do mundo. Aliás, tem outra coisa que eu nunca tinha sido antes e também estou achando incrível…

Quem adivinhar o que é ganha uma foto do Luisinho autografada.

01 de fevereiro de 2011

Luisinho Fashion Week

Sempre curti essa coisa de vestir os bebês com roupinhas que dizem algo que nós adultos gostamos. Afinal, eles não entendem nada mesmo… então a gente tem mais é que aproveitar.

Me lembro que quando ainda no colégio uma amiga ficou grávida, mandei estampar o logo do Smashing Pumpkins numa roupinha de bebê pra ela. Não sei se a mocinha cresceu e hoje tem bom gosto (e se aquele macacãozinho teve alguma influência), mas sei que outras pessoas já tiveram a mesma ideia e hoje dá pra encontrar roupinhas de bebês de bandas, filmes e toda uma infinidade de gracinhas. E pode me chamar de babona, mas eu acho divertidíssimo ver os projetinhos de gente vestindo roupa de adulto, que eles nem imaginam do que se trate.

Mas pode ter certeza de que quando eles forem adolescentes, se vingarão, vestindo roupas que a gente  vai odiar (Imagina… “mãããeee, olha só o tênis novo laranja e verde que eu comprei pra ir ao show do Restart!” Credo).

Enquanto eu curto bastante a fase boa, segue aqui o desfile de moda do Luisinho, em ordem inversamente cronológica.

Modelito: Laranja Mecânica

Quem deu: tia Marina Piedade

Perfeito para: dias de rebeldia

Idade na foto: 3 meses (quase 4)

Modelito: Yellow Submarine

Quem deu: tios Daniel Cabral e Camilla Costa

Perfeito para: dias lisérgicos e chamar a atenção das gatinhas no parquinho

Idade na foto: 3 meses

Modelito: Caveirinhas

Quem deu: mamãe

Perfeito para: fazer o contraste com a fantasia de freirinha

Idade na foto: 3 meses

Modelito: Nirvana

Quem deu: tios Fábio Marton e Marina

Perfeito para: dar uma choradinha

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Smoking

Quem deu: tia Reps

Perfeito para: ocasiões especiais e convívio na alta sociedade paulistana

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Googoo

Quem deu: tio Pedro Burgos e Carol

Perfeito para: dar uma de bebê geek

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Monsieur Hulot

Quem deu: tia Élida e tio Reinaldo

Perfeito para: posar de intelectual do cinema francês ou para dias quentes de verão

Idade na foto: 1 mês

Modelito: My Mommy Rocks

Quem deu: mamãe, claro

Perfeito para: cantar um rock (que nem eu acho que ele tá fazendo na foto) ou jogar Guitar Hero com a mamãe

Idade na foto: recém-nascido

P.S. Ainda tem mais! Em breve: Só Crianças Emo Choram e Rock Band, das tias Larissas. Aguardem!