06 de junho de 2012

O que fazer quando o bichinho de estimação do seu filho morre?

Que tal transformá-lo num helicóptero?

O artista holandês Bart Jansen fez isso depois que seu gato Orville morreu atropelado por um carro. Adaptou umas hélices de helicóptero de brinquedo, daqueles de controle remoto. Como disse um amigo, no Facebook, “o bizarro entrou em uma nova era”.

Ok, o cara que fez isso era artista, beeeem aStista mesmo, e não precisamos nem dizer que não é pra ninguém fazer isso em casa (e ninguém ia fazer se eu dissesse que era, dã). Os traumas e a confusão mental que isso causaria numa criança poderiam ser irreversíveis.

Mas preciso confessar que é engraçado pensar em qual seria a reação do meu filho se ele visse o vídeo aí embaixo. Ele está em uma fase de prestar atenção em gatos na rua e apontar e falar “máu!” (traduzindo: miau), e quando vê um avião passando, ele aponta pro céu e dá tchau. Será que ele se visse o gato-helicóptero ele faria tudo isso junto? Um, dois, três, já: aponta, máu, tchau!

Como ele tem menos de 2 anos e ainda está meio longe de saber o que é morte, assim como o conceito exato de um helicóptero, talvez achasse simplesmente legal. Talvez nem ficasse traumatizado ainda, só um pouco confuso. Afinal, teoricamente, a memória de longo prazo só se forma depois dos 3 anos, e as forças ocultas que te obrigam a ler as matérias do Daily Mail também (sim, essa apareceu lá). O difícil seria depois talvez ter que explicar que gatos não voam. Pelo menos não os vivos.

É claro que eu, como amante dos gatos, não acho legal que os restos mortais deles fiquem voando por aí. E tenho vontade de MATAR quem maltrata os bichos mais geniais do mundo. Mas ao mesmo tempo, não acredito em vida após a morte, então fiquei confusa em definir se isso é falta de respeito ou uma bela homenagem científica. Afinal, o cara não matou o gato, ele morreu em um acidente. Arf, acho que essa história me causou confusão mental irreversível.

Detalhe: o Orville tinha esse nome em homenagem a Orville Wright, dos irmãos Wright, que a essas alturas você já deve ter aprendido que foram os inventores do avião. Não, Santos Dumont não.

13 de janeiro de 2011

Luisinho brazilian tour

Que bom que os bebês são portáteis, né?

Foram férias bem agitadas pra uma pessoinha de 3 meses. Logo 4 vôos de avião, umas 6 horas de carro e 3 Estados visitados, com bônus de paradinha rápida no aeroporto de Brasília pra dar um beijinho na vovó. Luisinho conheceu Belém do Pará, Florianópolis, Bombinhas, Blumenau e Jaraguá do Sul em Santa Catarina e Curitiba, no Paraná.

E nessas férias a mamãe aqui aprendeu que fraldário é uma coisa bem restrita aos shoppings e aos nossos sonhos. Além de uma troca de fralda em pleno céu (imagine a ginástica no banheirinho do avião), também nos aventuramos em pias de banheiro e bancos de carro.

Já o papai deu uma aula de criatividade pra colocar o Luisinho em praticamente QUALQUER lugar. Afinal, mesinha de avião e banco vago do passageiro ao lado tão aí pra isso mesmo. Veja abaixo esses exemplos bem práticos:

Mais fotos da viagem aqui no Flickr!