01 de fevereiro de 2013

Livro genial: Big Bang pop-up

Foto: http://sciencemama.com/

Aqui em casa estamos bem na fase dos livros pop-up. Fico aqui tentando entender como um sujeito dobrou o papel daquele jeito pra caber dentro do livro. Fico imaginando ainda o primeiro cara que inventou um livro pop-up, pensando “livros são muito chatos e sem graça. Acho que eu vou inventar o primeiro livro que é realmente divertido!”. E aí dobrou uns papéis aqui, colou outros ali e… tchan nan: um livro colorido e que se mexe! Ah, é, parece que as crianças também curtem. Hehe. O Luisinho gosta, mas eu gostaria de esclarecer que livro pop-up não é só coisa de criança! E tenho dito!

Dia desses eu estava na biblioteca lendo uns livros chatos e aí me deparei com esse aqui, na seção infantil: A História de Tudo, do Neal Layton. É um livrinho animadíssimo que conta a história do mundo, desde o Big Bang até os nossos dias, de uma forma muito rápida, engenhosa, colorida e extremamente divertida. Não é um livro novo – foi publicado em 2008 -, mas é tão nerd e tão bonito que merecia a indicação aqui. Trouxe pra casa e o Luisinho curtiu também (apesar de desconfiar que ele não entendeu muita coisa), mas quem curtiu muito mesmo foi a mamãe.

Mas ó, uma boa desculpa a favor do Luisinho é que ele tem só 2 anos de idade. Mas imagine só ensinar o que é o Big Bang de verdade pra uma criança maiorzinha usando esses pop-ups? Ótimos modelos, não? =)

Dei um google aqui e encontrei mais esses outros livros, olha só:

E vale a pena também visitar esse blog de uma livraria francesa especializada em pop-ups! Quando vai abrir uma assim aqui no Brasil, hein?

14 de novembro de 2012

Viajar com bebê doente… pode?

Diagnóstico: muito sol e uma boia de avião.

Bom, todo mundo sabe que cada caso é um caso.

Às vezes a criança tá só com uma gripezinha boba, dessas que ela já teve 15 iguais e passou rapidinho, e aí você acha que não precisa desmarcar a viagem que já está marcada há 2 meses por causa disso. Ainda mais se você levou o bebê à pediatra 1 dia antes de viajar, como eu levei. E tava tudo bem.

Mas no caso que foi o meu caso, a tal gripezinha não passou. Piorou. E aí, papai e mamãe em Fortaleza, num hotel à beira da praia, quase piraram de preocupação com o filho mega-ultra-super-power gripado. E com febre. E com uma tosse horrenda. E dificuldade de respirar. Socorro!

Antes de começar a me xingar, veja bem: existe muita coisa entre o medo de ser negligente e não querer perder as férias.

O negócio é que criança engana a gente. O Luisinho, sempre animadasso, engana muito. Começa uma febrinha, uma tossezinha boba, e aí você dá um remédinho e a febre passa e ele volta a correr e pular como sempre. No nosso caso, também estava se alimentando bem, o que é indício de que não estava tão mal assim. Durante uma febre, a criança fica molinha, caidinha mesmo. O negócio é sempre obervar o comportamento geral dele, aconselha nossa pediatra. Se alimenta bem? Brinca? Bebe líquidos e faz bastante xixi? Número 2 também está normal? Check!

Mas depois de 2 noites muito mal dormidas, com bebê acordando chorando o tempo todo, e febre intermitente, resolvemos ir a um hospital pra tentar fazer uma chapa do pulmão, só por desencargo de consciência. Vai que a gripzinha vira pneumonia?

É aí que vem o problema de estar longe de casa. Pegamos um taxi e fomos a um hospital particular que nos indicaram como referência em atendimento infantil, o Luís França. E bom, para ser bem educada, preciso dizer que não não era amor, era cilada. A pediatra que nos atendeu era esquisitaça. Muito velha (isso tudo bem, claro) e extremamente mal humorada (isso bem ruim). Examinou o bebê rapidamente e disse que era pneumonia com certeza e que o pulmão estava bem comprometido. Indicou internação, pelo menos 6 dias. (e nós só tinhamos mais 3 de férias antes de voltar para São Paulo). Tomamos um susto. Questionamos: vamos fazer um exame? Raio-x? Hemograma? Medir a saturação? Olha só como ele tá animadinho, brincando. E aí a médica responde que não tem radiologista lá para dar o laudo e nem adianta tirar radiografia porque ela não ia saber analisar. (O_O)

Insistimos no raio-x. Ela deu o pedido médico, fizemos lá mesmo, e aí ao inves de voltar ao consultório, saimos ligando no meio da noite para todos os nossos amigos com família em Fortaleza pra ver se alguém indicava um hospital melhor. Conseguimos a indicação e fugimos daquele. Fomos para o Antônio Prudente, que de fato achamos bem melhor. Ainda não era um chuchu, mas já tinha mais estrutura e a pediatra que nos atendeu era bem legal. Pediu vários exames, olhou o raio-x e constatou enfim que não tinha bactéria nenhuma, não era pneumonia. Ah-rá! Fez umas inalações, deu um corticóide na veia (tadinhos de nós, é tanto sofrimento achar veia de bebê. Quase bati na enfermeira, coitada (quase mereceu mesmo)). E aí… ele melhorou. Plim! Mágica! Dormiu a noite quase toda e no dia seguinte acordou sem febre. Era só uma virose, enfim.

No fim, superamos o susto e ainda conseguimos pegar um pouquinho de praia e piscina com o pequeno. As férias não foram totalmente frustradas. Mas tomamos um susto que ninguém merece e, bom, depois disso, aconselho mesmo quem tem filho menor de 3 anos a pensar duas vezes antes de viajar com o cidadãozinho doente. Principalmente se você vai para algum lugar que não conhece direito, ou, pior, para uma cidade pequena (acampar então… sai fora!). Mesmo que seja só uma gripezinha. Nessa fase, as crianças tem o sistema imunológico mais fraquinho, então você nunca sabe o que vai acontecer…

E nesse clima feliz e animado, fica aqui a pergunta: e aí, já planejou as férias de fim de ano? hehe…

24 de setembro de 2012

Uma série de TV sobre pais com bebês

Estava eu aqui usando meu raro tempo livre (quêêê? liiiivre? Desde quando isso existe no mundo encantado das mães?) para ler sobre as novas séries de TV dos EUA e escolher qual eu vou tentar começar a assistir primeiro quando eu tiver tempo livre de verdade.

E aí me deparei com essa aqui, que parece interessante, sobre pais com bebês. Guys With Kids, da NBC, estréia dia 26 de setembro nos EUA (e aí você se vira para assistir por aqui daquele jeitinho, se achar que vale a pena).

Bom, pelo trailer não achei exatamente a coisa mais sensacional ou engraçada do mundo. Mas vamos lá tentar assistir, afinal, quem tem um bebê em casa sempre pode curtir dar umas risadas de si próprio.

Na minha lista de séries que eu ainda vou assistir (quando tiver um tempo livre, claro), ainda está essa outra aqui, Up All Night, também da NBC, que estreiou ano passado. É sobre um casal tentando voltar a trabalhar depois de ter tido um bebê. Me identifiquei tanto com o trailer… mas mesmo assim não consegui assistir ainda. E a série já vai pra 2a temporada.

Então se alguém aí teve tempo livre e conseguiu assistir, conta aqui nos comentários o que achou!

29 de junho de 2012

Homem Aranha e Mary Jane também foram pais

Sabia dessa?
Peter Park e Mary Jane se casaram e tiveram uma filha, May Parker. Que depois virou a Spider Girl.
A história está na série Marvel 616, feita nos anos 80, e depois até ganhou uma versão traduzida no Brasil. Mais uma prova de que ter filhos pode ser “uma grande aventura” (ou “altas confusões”, segunda o locutor da Sessão da Tarde).

Vejam:

Aqui a série em português. Que, assim, à primeira impressão, eu não curti muito. As ilustrações do americano são bem melhores, né?

17 de março de 2012

“No meu tempo era bem melhor”… MESMO?

Um desabafo: odeio quando alguém fica venerando o passado como se ele fosse realmente uma foto da perfeição. Ok, cada um com seus pontos de vista e sua memória seletiva. Mas é absurdo não enxergar que o mundo evolui e a maior parte das coisas (pra mim, pelo menos uns 90%) só melhoram. Ainda quero escrever um post maior sobre o assunto. Por enquanto, fica aqui só um teaser: essa propaganda da Coca Cola dos anos 1950 em que acabo de esbarrar aqui. Estimula os pais a dar Coca-Cola cedo para o bebê. Afinal, o açúcar faz bem pra eles! Né?

Ok, agora que você já se assustou (ou riu, ou nada) com a propaganda, eu conto: é fake. Foi uma brincadeira de 1o de abril de um cara chamado Tim Ferris, de alguns anos atrás. Mas achei tão legal que resolvi colocar aqui só pra tocar no assunto. Depois faço uma galeria de fotos de propagandas reais. Que são até mais assustadoras.

09 de agosto de 2011

8 coisas que eu aprendi em 1 mês sem babá*

Oi Rosie, que tal uma recolocação profissional?

 

Minha babá me deixou sem aviso prévio. Disse que o problema não era comigo, era com ela, que era ela quem precisava de um tempo.

Ok, menos drama: ela mora longe e tava sem ninguém pra cuidar do filho dela. Dá pra entender.

Não, não dáááá!!! Buááááááá! Snif, snif, nunca imaginei dor maior!!! Não desejo isso pra ninguém. Pior do que acabar namoro por SMS.

Mas esse sofrimento me fez ver algumas coisas. Vamos lá:

1- Trabalhar é para quem tem tempo livre

Faz papinha, lava a louça, faz almoço, coloca a roupa na máquina, tira o bebê debaixo da mesa, tira a roupa da máquina, pega o bebê no colo, passa a roupa que já secou, pendura a limpa, varre a sala, acalma o bebê chorando, arruma as roupas no quarto, passa um pano na sala, acode o bebê que caiu de boca no chão, arruma a cozinha, prepara o banho, dá almoço/jantar/frutinha, esteriliza mamadeira, troca fralda, seca o bebê, dá uma mamadeira, coloca pra dormir, vai lavar roupa delicada à mão no tanque. Não necessáriamente nessa ordem. Trabalho intelectual é pra quem pode e pra quem não está completamente exausto às 20h30 e já vai acordar logo às 2h com bebê chorando de volta. Quem não aguenta mais nada desaba no sofá e assiste a novela, que nem o indicador tem mais forças pra mudar o canal no controle remoto. Punk rock hardcore.

2- 10 meses é level hard

Ele é fofo. Ele engatinha. Ele gosta de viver perigosamente. Entre uma gargalhada e outra, o Luisinho pega TUDO o que encontrar pela frente, rasga todos os papéis, sobe em lugares inimagináveis, tem uma atração por quinas (e sagacidade pra arrancar os protetores), cai, escorrega, bate a cabeça, bate a boca, bate tudo. Pelos meus calculos, seriam necessárias mais ou menos umas 3 a 4 pessoas por vez pra tomar conta de um bebê e da casa de forma decente. Imagine eu sozinha.

3- Existe delivery de papinha

Ok, nem tudo está perdido. Ontem, depois de queimar um panelão de papinha (fui só dar uma olhadinha nos e-mails, pôxa…), dei uma googleada e achei o Empório da Papinha. Liguei assim: “AlÔ? É UMA EMERGÊNCIA! Vocês entregam papinha em casa?”, “Entregamos!”, “Opa, manda logo 10!”. E 2 horas depois as papinhas estavam aqui, bonitinhas. E são uma delícia! Recomendo fortemente a de frango com agrião (mas se for pra você, pede uns 3 potinhos, que essas porções pra bebê são muito pequenas! hehe). Ah, se eu soubesse antes, tinha me poupado uns bons fios de cabelo e muitas horas de lavação de louça. Então pra quem é de São Paulo, #ficaadica. E pra quem não é, #ficaoutradicamelhorainda, que é a de contratar uma cozinheira e fazer um delivery desses aí nessa cidade. Você já tem uma clientela desesperada garantida.

4 – Creches são caras e bizarras

Sou contra creche antes dos 2 anos (a criança fica muito doente, pega uns vírus inusitados, essas coisas). Mas a necessidade sempre fala mais alto do que nossas convicções e do que as recomendações do pediatra. Então fui conhecer 4 creches aqui perto de casa. Todas caríssimas e cada uma com uma coisa mais esquisita que a outra. Uma cobrava R$ 200 reais de taxa de material “pros os bebês fazerem lembrancinhas pros pais”. Tá louca??? Meu filho tem 10 meses e não sabe nem falar “mamã” ainda. Outra, a mais cara delas, era incrívelmente limpa e branca – chão branco, parede branca, tudo emborrachado -, parecia um manicômio. E os únicos pequenos 3 metros quadrados ao ar livre tinham GRAMA SINTÉTICA. Tudo isso pela bagatela de uns R$ 1.300 pelo período de 5 horas, + uma matrícula de milão. Grama sintética deve ser caro.

5- Babá é a profissão do futuro

Pedi mil indicações. Estou em contato com 3 agências. Ainda não encontrei a candidata ideal. Nem nada perto disso. E não tô oferecendo pouco. Daqui a pouco o salário de babá ultrapassa o de jornalista. Sério mesmo. E então, você que está aí debruçado nos livros, montando sua planilha no Excel, batendo ponto na firma, fazendo hora extra na sexta-feira à noite: que tal uma recolocação profissional? A dica é quente. O Brasil tá mudando, meu povo!

6 – Mães sem grana fazem como?

Até os 5 meses do Luisinho, cuidei dele sozinha. Só eu e o Leandro, quando ele não estava viajando. Não vou dizer que foi a coisa mais fácil do mundo, mas também não foi tao level hard. Era tudo um pouco mais simples: ele não engatinhava, só mamava no peito, e eu não trabalhava. Dava pra levar sem drama. Agora, ficou realmente difícil. Me pego então imaginando como fazem as mães que não podem pagar ajuda – seja porquê moram em países onde é mais caro ainda contratar uma babá ou pagar uma creche, ou as que moram aqui mesmo, mas não tem grana pra isso. Se não tem família por perto ou pelo menos uma vizinha que possa ajudar então, ferrou. Pra quem não sabe, no Brasil, creche pública é um direito previsto em lei. Mas é um dever das prefeituras, e cada uma organiza as suas como quer e como pode*.  Aqui perto da minha casa, é só a partir de 1 ano e meio. E aí faz como? Para de trabalhar? Se vira nos 30? Leva o bebê a tira colo? Sabe-se lá. Em alguns casos, como nos das mães européias (ou das  brasileiropéias, que vira e mexe comentam aqui), a gente tenta pensar que, teoricamente,  os homens (aka pais) ajudam mais. Porquê com família longe e sem milhões pra gastar, fica difícil mesmo. Mães que se viram, vocês são minhas ídolas!

*Com informações da Bia

7- Eu amo a minha mãe e a minha sogra

Vovós queridas, eu amo vocês sempre. Mas é nesses momentos de desespero que eu mais sinto a falta de vocês aqui perto, e mais desejo que pelo menos uma das duas morasse no mesmo município que eu. Será que algum dia eu terei essa sorte? E essa foi a minha singela homenagem ao dia das avós, que foi dia 26 de julho e que passou em branco nesse blog, mas não nos nossos corações. Né, Luisinho?

Vó loira = Cecília / Vó morena = Rose

Vó loira = Cecília / Vó morena = Rose

8- Eu odeio as viagens do meu marido

Eu não posso reclamar, pq é bom pra gente. Teoricamente, teoricamente. Mas eu reclamo: pô, tá viajando demais! Vem fazer palestra aqui no berço também, que a gente sente muuuito a sua falta! Ufa, desabafei.

* O número de coisas aí no título do post não para de crescer porquê o mês não acabou e eu ainda não arrumei babá. Beijos!

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POR Gisela Blanco    |    
8 Comentários
30 de março de 2011

6!!!

Seis motivos pelos quais ser mãe é a coisa mais sensacional do mundo:

1 – Você cria outro ser humano novinho em folha, que nunca existiria se não tivesse saído de dentro da sua barriga. É como criar vida do nada, inventar uma pessoa. Um poder tão grande que você nunca antes havia realmente percebido que poderia ter (a não ser quando você era criança e inventava amigos imaginários).

2 – É muito divertido: não existe nada que te faça rir mais do que o seu bebê dando gargalhadas (gás hilariante não conta, faz mal). A natureza acertou muito bem nessas figurinhas: tudo o que eles fazem é fofo ou engraçado. Diversão garantida 24h, inclusive no meio da madrugada (e algumas vezes, com direito a reprises!). Eles são ainda o melhor brinquedo que já inventaram. Essa constatação aí é do meu marido, bobo com a quantidade de horas de diversão inesperadas que a gente ganha com um bebê em casa.

3 – Eles fazem você voltar a ser criança… e ao mesmo tempo, virar um adulto de verdade. Ajudam a matar as saudades da nossa infância: a casa fica lotada de brinquedos,você pode assistir quantos desenhos animados você quiser, vesti-los do jeito que quiser, e inventar as brincadeiras mais idiotas do mundo que eles se divertem como se fossem as mais geniais. Por outro lado, você nunca se sentiu tão responsável, teve uma geladeira tão bem abastecida, se preocupou tanto com a limpeza da casa e manteve um quarto tão arrumadinho (o dele, não o seu).

4 – Eles viciam. Passam a ser a sua coisa preferida no mundo e rapidinho todo o resto parece bobagem. Quer um rock band completinho ou o bebê? Bebê!!! Um carro novo ou bebê? Bebê, bebê! Aquele emprego dos sonhos ou passar o dia inteiro rolando na cama  com o seu bebê e dando gargalhadas? BEBÊ! BEBÊ! BEBÊ!

5 – Eles adoram você. E te fazem se sentir a pessoa mais importante do mundo. Nem conhecem o mundo direito ainda, nem sabem o seu nome ou exatamente o que você é (um peito? um colinho? aquela moça que vem me pegar aqui no berço todo dia de manhã?) mas dão um sorrisão enorme, e às vezes até pulinhos, quando te vêem. E não tem nada que eles gostem mais de ficar grudadinhos em você. Às vezes eu chamo isso de amor.

6 – Um dia eles completam 6 meses e você constata: conseguiu, por metade de 1 ano, criar um ser humano inteirinho, saudável, feliz e ainda por cima bonito. Você é uma vencedora. Ninguém precisa te dar parabéns ou te agradecer por isso: ver o bebê lá inteirinho e dando gargalhadas já é o melhor presente que você poderia desejar.

Feliz mêsversário de 6 meses pro Luisinho (e pra esse blog)!!! =D

25 de março de 2011

3 gadgets básicos para mães de primeira

Que babá eletrônica é útil (e legal pra brincar de walkie talkie antes do bebê nascer) você já está cansada de saber.

Mas existem alguns outros gadgets (ou eletroportáteis, segundo as Casas Bahia) muito mais simples e baratos que facilitam bastante a sua vida quando você tem um bebê  e passa o dia em casa cuidando dele. São ítens que não estão em nenhuma lista de chá de bebê e que ninguém te conta que são tão essenciais.

Mas você, mulher moderna e potencial mãe geek, há de concordar comigo.

1 – Relógio

Um simples e inocente reloginho nunca foi tão útil (a não ser que você seja maratonista ou more na Inglaterra). Se tiver cronômetro, luz noturna, despertador, melhor ainda. É, estamos falando de um daqueles relógios meio anos 90 mesmo (tudo bem, não precisa ter agenda eletrônica, você já tem celular). Por que? Você vai precisar cronometrar os tempos de mamadas, dos intervalos entre elas e de repente saber que horas são rapidinho quando seu filhote acordar querendo brincar às 4h30 da manhã. Ajuda também a te situar no tempo e no espaço quando seu relógio biológico começar a ficar tão pirado quanto o do bebê. Não serve o celular? Não. Celular é um objeto a mais pra segurar quando você já tem que carregar um bebê, uma fralda de pano, um cueiro, babador etc e tal. Por isso ter um relógio sempre à mão – ou ao pulso – facilita muito a vida.  


2 – Câmera fotográfica leve e pequena

Essa é pra manter na cabeceira da cama e não correr o risco de perder aqueles momentos mais geniais do seu bebê – todas as carinhas fofas e engraçadas, as primeiras peripércias, enfim, qualquer coisa – que você certamente vai se arrepender depois se não fotografar. Não adianta inventar de querer tirar fotos só com uma câmera muito sensacional, só no tripé, só arrumadaça. Você nunca vai ter tempo pra isso. E aqueles momentos que você perde com esse monte de frescuras são únicos e passam rápido demais. Ah, sei marido/namorado é um exímio fotógrafo? Sorte sua. Pena que ele não vai ficar grudado em você 24h (mas o bebê vai). Ok, aqui vale também o celular (mas você vai querer mante-lo no silencioso quando o bebê estiver mamando, dormindo ou quase dormindo, isto é, nos primeiros meses, quase o tempo todo).

3 – Kindle

Parece frescura, mas juro que é bem útil mesmo. Na verdade serve qualquer reader – iPad, Galaxy Tab, algum genérico chinês ou até um celular com uma boa tela (mas pára de insistir no celular, que coisa!). É que uma das coisas que você mais sente falta depois que o bebê nasce é de ler. E até é possível dar uma lidinha enquanto o bebê recém-nascido mama ou dorme nos seus braços. Só que a mãe recém saída da maternidade desenvolve uma espécie de TOC muito saudável e natural e começa a passar álcool gel até o pescoço toda vez que pega em alguma coisa antes de pegar novamente no bebê. Então você provavelmente não vai querer ler jornais (que são sujos demais) e revistas (que são médio sujas) enquanto segura seu bebê. Livros até são mais simpáticos (se forem bem novinhos), mas quero ver você passar as páginas enquanto suas duas mãos estão ocupadas. É aí que entram os readers pra facilitar a sua vida. É só apertar um botão pra passar a página (ou nem isso), dá pra ler livro, revista e jornal ali dentro e  dá até pra passar um algodãozinho com álcool na tela. Pelo menos nas teclas, se você não quiser estragar seu brinquedo. Ou então você faz que nem eu, que não tinha um desses – e continuo não tendo – e supre sua necessidade de informação assistindo televisão. Pã.

22 de março de 2011

Do mamá ao mamão

Senhoras e senhores, hoje foi um dia importante na vida de um bebê. Não, não tem nada a ver com a vinda do Obama. Hoje o meu mamão (bebê que mama muito) comeu mamão (a fruta). Foi a primeira vez que ele comeu/tomou/engoliu algo que não fosse leite materno (ou baba). Pelo menos que eu saiba.

A minha intenção era amamentar o Luisinho exclusivamente com leite materno até os 6 meses (faltam 8 dias). Mas o pai participativo (e a avó, e a outra avó, e as tias, e o mundo inteiro) armaram um complô contra os meus peitos insistiram muito pra que ele começasse a comer logo.

E então eu cedi. Achei que os ciumes daquela tigela de mamão amassado acabariam comigo. Nunca imaginei que pudesse ser trocada por uma fruta. E ainda por cima amassada. Mas para a minha pequena alegria, o Luisinho fez cara feia pro mamão (pros meus peitos ele nunca fez, que fique claro). Deu umas cuspidinhas até, mas meio a contragosto e a título de curiosidade, acabou comendo o prato inteiro. O pai foi embora trabalhar satisfeito depois de ter dado a primeira papinha ao rebento e constatar: sim, ele come.

E a mãe, secretamente (agora não mais tão secretamente) se encheu de felicidade quando, apenas 1 hora depois, o bebê implorou loucamente por uma mamadinha. Hehe.

E aí, mamão, vai encarar? =P

09 de março de 2011

Chuvarnaval

Foram 4 tentativas de ir a bloquinhos de carnaval aqui em São Paulo. Todas #fail.

Choveu cada vez que a gente tentava colocar os pézinhos fantasiados pra fora de casa. E aí a mamãe novata aqui descobriu que a equação carnaval na rua + bebezinho + São Paulo = não dá.

Mas o pequeno até teve seus momentos de folia. Desfilou num restaurante fantasiado de bezerrinho no sábado e foi sucesso total. Agora sei como os famosos se sentem. Eu andava na rua e todo mundo olhada pra mim, falando “que lindo, que fofo, que gracinha”. Obrigada, Brasil! Também amo vocês! Beijos e até ano que vem (sem chuva, por favor)!

Foto: tia Larissa Xavier

E fica a pergunta para mães experientes e tias dedicadas: onde é o melhor carnaval de rua para bebês e criancinhas desse Brasil? Dicas?