03 de maio de 2011

Feliz aniversário, mamãe!


Acho que foi mais ou menos isso que o Luisinho quis me dizer quando acordou chorando às 3h40 da manhã pra mamar. Olha só, ele queria ser o primeiro a me ver no meu aniversário! Que bonitinho… =)

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E foi um aniversário legal, viu! Eu sei que vocês já ouviram isso várias vezes, mas olha, filho traz uma felicidade…

Tem muito pai que se torna até chato de tanto repetir e mostrar o quanto é feliz (e de tanto colocar foto do filho no facebook e no orkut e celular e na camiseta brega feita no quiosque do shopping). Mas cá entre nós, fora os exageros, é que é muita felicidade mesmo.

Pra mim, toda essa alegria se traduz em tranquilidade. Nunca na vida eu fui tão calma e desencanada. Luisinho é meu Lexotan.

Mesmo sem dormir direito, eu continuo bem humorada. Mesmo com tanta coisa que mudou na minha rotina (como o pouco tempo que eu tenho pra fazer algumas coisas que eu fazia antes), não me dá muita vontade de reclamar.

Ele sorri pra mim de manhã e eu tenho vontade de continuar sorrindo o dia inteiro.

O aniversário foi muito feliz. Nenhuma grande comemoração. Foi um dia tranquilo. Com direito até a uma fugidinha do trabalho no meio da tarde pra passear com o marido e o Luisinho na pracinha (ah, doce vida de frila!) aqui perto e tomar uma água de côco, que ele adora. E ainda ganhei um bolinho delícia feito pela babá, nossa Verô Poppings (que também me trouxe flores!)…

Antes de ter filho, ouvi muita mulher reclamar que depois que eles nascem, a gente fica pra escanteio. Nem nossos pais ligam mais muito pra gente, só querem saber do netinho.  Já senti um pouco isso sim, já até bateu um ciuminho (ciumes do próprio filho? rola sim, mas é só um pouquinho). Eles viram o centro das atenções. É natural. Mas pelo menos nesse aniversário não me senti esquecida não. Me senti bem querida. Bem do jeitinho que eu gostaria de me sentir todos os anos.

A vida pode mudar, daqui a pouco eu posso escrever uns posts mal humorados e reclamões. Mas uma coisa vocês não vão me ouvir (ou ler) dizendo: “Eu era feliz e não sabia”. (eu sei! eu sei!) =D

30 de março de 2011

6!!!

Seis motivos pelos quais ser mãe é a coisa mais sensacional do mundo:

1 – Você cria outro ser humano novinho em folha, que nunca existiria se não tivesse saído de dentro da sua barriga. É como criar vida do nada, inventar uma pessoa. Um poder tão grande que você nunca antes havia realmente percebido que poderia ter (a não ser quando você era criança e inventava amigos imaginários).

2 – É muito divertido: não existe nada que te faça rir mais do que o seu bebê dando gargalhadas (gás hilariante não conta, faz mal). A natureza acertou muito bem nessas figurinhas: tudo o que eles fazem é fofo ou engraçado. Diversão garantida 24h, inclusive no meio da madrugada (e algumas vezes, com direito a reprises!). Eles são ainda o melhor brinquedo que já inventaram. Essa constatação aí é do meu marido, bobo com a quantidade de horas de diversão inesperadas que a gente ganha com um bebê em casa.

3 – Eles fazem você voltar a ser criança… e ao mesmo tempo, virar um adulto de verdade. Ajudam a matar as saudades da nossa infância: a casa fica lotada de brinquedos,você pode assistir quantos desenhos animados você quiser, vesti-los do jeito que quiser, e inventar as brincadeiras mais idiotas do mundo que eles se divertem como se fossem as mais geniais. Por outro lado, você nunca se sentiu tão responsável, teve uma geladeira tão bem abastecida, se preocupou tanto com a limpeza da casa e manteve um quarto tão arrumadinho (o dele, não o seu).

4 – Eles viciam. Passam a ser a sua coisa preferida no mundo e rapidinho todo o resto parece bobagem. Quer um rock band completinho ou o bebê? Bebê!!! Um carro novo ou bebê? Bebê, bebê! Aquele emprego dos sonhos ou passar o dia inteiro rolando na cama  com o seu bebê e dando gargalhadas? BEBÊ! BEBÊ! BEBÊ!

5 – Eles adoram você. E te fazem se sentir a pessoa mais importante do mundo. Nem conhecem o mundo direito ainda, nem sabem o seu nome ou exatamente o que você é (um peito? um colinho? aquela moça que vem me pegar aqui no berço todo dia de manhã?) mas dão um sorrisão enorme, e às vezes até pulinhos, quando te vêem. E não tem nada que eles gostem mais de ficar grudadinhos em você. Às vezes eu chamo isso de amor.

6 – Um dia eles completam 6 meses e você constata: conseguiu, por metade de 1 ano, criar um ser humano inteirinho, saudável, feliz e ainda por cima bonito. Você é uma vencedora. Ninguém precisa te dar parabéns ou te agradecer por isso: ver o bebê lá inteirinho e dando gargalhadas já é o melhor presente que você poderia desejar.

Feliz mêsversário de 6 meses pro Luisinho (e pra esse blog)!!! =D

22 de março de 2011

Do mamá ao mamão

Senhoras e senhores, hoje foi um dia importante na vida de um bebê. Não, não tem nada a ver com a vinda do Obama. Hoje o meu mamão (bebê que mama muito) comeu mamão (a fruta). Foi a primeira vez que ele comeu/tomou/engoliu algo que não fosse leite materno (ou baba). Pelo menos que eu saiba.

A minha intenção era amamentar o Luisinho exclusivamente com leite materno até os 6 meses (faltam 8 dias). Mas o pai participativo (e a avó, e a outra avó, e as tias, e o mundo inteiro) armaram um complô contra os meus peitos insistiram muito pra que ele começasse a comer logo.

E então eu cedi. Achei que os ciumes daquela tigela de mamão amassado acabariam comigo. Nunca imaginei que pudesse ser trocada por uma fruta. E ainda por cima amassada. Mas para a minha pequena alegria, o Luisinho fez cara feia pro mamão (pros meus peitos ele nunca fez, que fique claro). Deu umas cuspidinhas até, mas meio a contragosto e a título de curiosidade, acabou comendo o prato inteiro. O pai foi embora trabalhar satisfeito depois de ter dado a primeira papinha ao rebento e constatar: sim, ele come.

E a mãe, secretamente (agora não mais tão secretamente) se encheu de felicidade quando, apenas 1 hora depois, o bebê implorou loucamente por uma mamadinha. Hehe.

E aí, mamão, vai encarar? =P

09 de março de 2011

Chuvarnaval

Foram 4 tentativas de ir a bloquinhos de carnaval aqui em São Paulo. Todas #fail.

Choveu cada vez que a gente tentava colocar os pézinhos fantasiados pra fora de casa. E aí a mamãe novata aqui descobriu que a equação carnaval na rua + bebezinho + São Paulo = não dá.

Mas o pequeno até teve seus momentos de folia. Desfilou num restaurante fantasiado de bezerrinho no sábado e foi sucesso total. Agora sei como os famosos se sentem. Eu andava na rua e todo mundo olhada pra mim, falando “que lindo, que fofo, que gracinha”. Obrigada, Brasil! Também amo vocês! Beijos e até ano que vem (sem chuva, por favor)!

Foto: tia Larissa Xavier

E fica a pergunta para mães experientes e tias dedicadas: onde é o melhor carnaval de rua para bebês e criancinhas desse Brasil? Dicas?

04 de março de 2011

Bebê insônia – mãe zumbi

Tô que não me aguento aqui. Nunca tive tanto sono na minha vida. Também, pudera: há uns 20 dias Luisinho tem acordado pra assaltar a geladeira (eu) umas 3 vezes por madrugada. Quem aguenta?

Era uma vez um bebê que ia dormir às 20h e só acordava às 6h do dia seguinte. E aí depois que viajamos pra Brasilia, ele deu defeito.

Ainda não descobri qual parafuso aperto pra consertar o meu bebê. Agora ele tem sono às 19h, eu enrolo o bichinho, ele dorme e acorda às 23h chorando. Se eu vou lá, ele fica me cheirando e quer peito. Daí se eu nãou dou, mais choradeira. E aí o pai vai lá, mais choradeira, tenta acalmar, mais choradeira, passeia com ele pelo quarto, mais choradeira. Uma hora dorme. Pra depois acordar novamente às 3h da manhã e aí, adivinha só, mais choradeira.

É quando a mãe entrega os pontos. O restaurante aqui vira 24h. Amamenta, dorme. Acorda 1 hora depois. Amamenta, dorme. E aí acorda e quer brincar às 5h da manhã (acordar feliz significa que ele realmente acordou).

Atenção: essa foto não foi tirada às 4h da manhã

Depois de ler todos os livros sobre sono de bebê, ler os blogs mais legais, conversar com outras mães, babá e pediatra, conclui que isso não é fome nada. Aparentemente, ele acorda assustado porquê eu (ou o meu peito) não estou lá com ele. Acorda achando tudo estranho – como se você dormisse no quarto e acordasse na sala. E aí abre o berreiro.

Todas essas fontes que consultei aí em cima me aconselharam uma reeducação: deixar o Luisinho chorando no berço até aprender a dormir sozinho. O que significa passar uma meia hora ouvindo o meu bebê berrar à noite durante 1 semana, até que ele se acostume.

Mas se é o jeito, a gente faz né. Juro que eu vou fazer. Amanhã mesmo eu começo. Ou no máximo segunda-feira. Ah, não… depois do carnaval…

p.s.: Se alguém aí tiver alguma outra ideia genial, por favor ME AJUDAAA!!!

17 de fevereiro de 2011

Mãe é bicho besta

Sempre achei esquisito quando alguém (mãe, pai, vô, dinda coruja) mostrava uma artimanha do filho na telinha do celular me fazendo concordar “ele não é tão esperto??”. É, claro que é, a gente sempre responde. Mas na maioria das vezes aquela artimanha é só um “bu bu bu, ga ga” mais empolgado, ou algo tão complexo quanto pegar no pé, escrever uma letra e por aí vai. Coisa tão divertida pra mim quanto reprise de Big Brother às 4h da manhã (é verdade, tem quem goste).

Agora finalmente descobri qual é a graça da coisa. E traduzo pra vocês, caros leitores que ainda não entenderam essa abobalhação materna: a gente ganha lá na maternidade um bichinho minúsculo e completamente incapaz. Daí se acostuma a ter que cuidar daquele pacotinho que não faz quase nada, nem sorri. E aí de repente isso vai mudando: o bebê começa a interagir. E é exatamente aí que a gente fica besta. De uma hora pra outra aquele bichinho começa a rir, a gargalhar, dar gritinhos, pegar no pé, enfim, a fazer coisas de gente. E é tão rápido que isso acontece que você quase não acredita. E quer mostrar pra todo mundo.

Falando nisso, olha aí as risadinhas do meu filhote com o Fantoche que a tia Didi deu (e que ninguém OUSE achar corujice minha!):

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hI35DOcu-Og&w=640&h=390]

15 de fevereiro de 2011

Mãe canguru 2.0

Uma típica mãe com seu gadgetzinho

Uma mãe geek normalmente quer precisa ter as mãos livres enquanto cuida do seu bebê. Afinal, são as amigas direita e esquerda que você vai usar para brincar no seu smatphone, usar um reader, mandar um e-mail ou dar uma blogadinha, jogar videogame… essas coisas essenciais do nosso dia-a-dia que a gente deixa de lado assim que o bebê sai de dentro da barriga.

E então a mãe geek descobre os carregadores e estrelinhas passam a cintilar novamente em nosso céu eletrônico.

No começo eu tinha um certo preconceito. Achava esses carregadores de bebês uma coisa muito hippie. O que combinava comigo deveria ser mesmo um carrinho bem cheio de frescura, com umas rodas bem grandes, amortecedor, cintos de segurança e, se eu tivesse direito, até motor.

Então eu comprei o carrinho mais bem equipado que eu consegui encontrar pela Amazon, mas ele nunca chegou. E aí eu decidi que era hora de deixar meus preconceitos de lado e mergulhar no mundo dos slings. Não foi fácil aprender a usá-los (e até hoje me enrolo um pouco com eles – literalmente), mas foi só pegar um pouco de prática pra começar a amar.

Já me perguntaram se isso é coisa de índio, de que tribo é, se eu virei hippie coisa e tal. A resposta é não para todas as anteriores (tribo? sei lá), mas acho mesmo que é coisa de americano. Quando você digita “sling” no youtube aparece uma profusão de vídeos gringos ensinando a usar os tecidinhos.

Nos dias que eu quero realmente ser prática (tipo em passeios muito longos, de ônibus, metrô etc), coloco o Luisinho num wrap, uma mochilinha nas costas com as coisas dele e a carteira e o celular nos bolsos da calça jeans, pra ficarem bem acessíveis. Estamos prontos para qualquer parada, mermão!

Pra quem não entende nada desse mundo (que nem eu há muitíssimo pouco tempo), aqui vai uma breve explicação dos tipos de slings que eu uso:

Luisinho numa boa

* Sling de argola – É o mais comum. Tenho um de lycra que usei para sair da maternidade (presente da minha querida prima Mavi) e outro de algodão, que comprei no Mercado Livre. O de algodão é melhor para o verão e evita o efeito iôiô para bebês pesados – quando você coloca o bebê no tecido e ele afunda. É bem fácil de usar: é só passar o tecido pela argola e vumbora. Perfeitos para amamentar, já que o bebê deitadinho nele fica de cara com o seu peito. Só tem um defeito: ficam apoiados em um ombro só, e aí se você não troca de ombro o tempo todo, dá uma dor… Um dia cheguei em casa com uma dorzona dessas, e aí xinguei muito no Twitter. Foi então que a Cátia me apresentou o maravilhoso mundo dos…

Rolinho primavera já saiu de moda

* Wraps – Que são simplesmente uns tecidos enormes, de 5 metros de comprimento por
meio de largura. O lance todo é aprender a amarrá-los e dar bons nós pra que eles fiquem bem presos e o bebê seguro. Ele se apoia nos dois ombros e na cintura, então o peso fica bem distribuido pelo corpo e a mamãe evita uma lordose, escoliose etc (na medida do possível, porquê é impossível mãe não ter várias dessas aí). A Cátia me mandou 2 – um de tecido elástico e outro de um tecido que parece de rede, ótimo para quando o inverno chegar. No momento estou usando mais o elástico, que pro wrap achei melhor do que pro sling. Ainda não sei onde são vendidos aqui no Brasil (alguma dica?), mas de qualquer forma, são bem fáceis de se fazer em casa mesmo – ou com a sua costureira favorita. São mais difíceis de aprender a usar, mas uma vez que você aprende é… paixão.

O meu filhotinho, que é viciado num colinho, adora andar por aí grudado em mim. Dorme no tecido, mama, passeia olhando pra rua, com a cara pra mim, perninhas pra fora, perninhas pra dentro e em frente e avante! As mãos ficam livres e a gente também se sente mais independente. Como vocês podem ver no post aí embaixo, já aprendi até a jogar videogame com o Luisinho amarrado em mim. Depois dessa, aposto que ninguém duvida da utilidade dos carregadores.

Vale a pena, principalmente pra quem mora em cidades como São Paulo, cheias de subidas, descidas e calçadas horrendas, onde andar com carrinho é meio assim:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=W57hxZPzcpc&w=480&h=390]

Hum… mas pensando bem, no caso dela, não sei se um sling resolveria.

Atualizando: recebi um comentário da Bruna, que tem uma loja chamada Kika de Pano. Ela vende wrap no Brasil e manda para qualquer cidade. Fica a dica!

11 de fevereiro de 2011

Guitar Luisinho

Pra fazer justiça ao nome desse blog, tive que inventar um jeito de jogar videogame com o meu bebê de 4 mêses no colo. Amarrei ele no wrap e arrisquei um Guitar Hero. Foi só uma primeira tentativa, então POR FAVOR, não reparem na minha cara de concentração mesmo jogando no easy e errando um monte. Droga, aposto que vão reparar.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jctqvCrb2oI&w=480&h=390]

p.s.: A música é Sex on Fire, do Kings of Leon.

11 de fevereiro de 2011

Luisinho e o Planalto Central

Finalmente na semana passada o meu filhote conheceu o quadradinho de onde vem a mãe dele (= eu). Foi uma viagem de apenas 1 semana, mas foram dias intensos de muitas visitas, passeios e bebê conforto pulando de carro em carro.

Não deu tempo de apresentar pro Luisinho todos os lugares e as pessoas queridas que ele deveria conhecer.  Mas foi tempo o suficiente para ficar morrendo de vontade de voltar praquela Brasila eterna. Nunca tinha reparado tanto antes (pq será?), mas a terrinha é um lugar danado de bom pra criar filhos. As calçadas são planas, toda quadra tem um parquinho decente e de fácil acesso, faz um friozinho gostoso de manhã e a grama fica com um cheirinho de molhado delícia. E quando os filhotinhos ficam maiores, os carros ainda param na faixa de pedestres pra eles atravessarem.

Ué... aqui não tem ladeira não?

Por isso, foi uma semana de relativo descanso para os meus bracinhos carregadores de bebê. De volta a São Paulo, Luisinho aposenta um pouco o carrinho e volta aos slings. Ainda bem que eu tenho vários legais, pra andar com o bebê bem grudadinho em mim (como o wrap que a Catinha me mandou da Dinamarca). Afinal, eu vivo reclamando: andar com carrinho aqui no meu bairro é quase a mesma coisa que fazer o Rali dos Sertões a pé carregando uma bomba-relógio.

Ai, ai, São Paulo…

Mais fotos de Brasília aqui no Flickr

01 de fevereiro de 2011

Luisinho Fashion Week

Sempre curti essa coisa de vestir os bebês com roupinhas que dizem algo que nós adultos gostamos. Afinal, eles não entendem nada mesmo… então a gente tem mais é que aproveitar.

Me lembro que quando ainda no colégio uma amiga ficou grávida, mandei estampar o logo do Smashing Pumpkins numa roupinha de bebê pra ela. Não sei se a mocinha cresceu e hoje tem bom gosto (e se aquele macacãozinho teve alguma influência), mas sei que outras pessoas já tiveram a mesma ideia e hoje dá pra encontrar roupinhas de bebês de bandas, filmes e toda uma infinidade de gracinhas. E pode me chamar de babona, mas eu acho divertidíssimo ver os projetinhos de gente vestindo roupa de adulto, que eles nem imaginam do que se trate.

Mas pode ter certeza de que quando eles forem adolescentes, se vingarão, vestindo roupas que a gente  vai odiar (Imagina… “mãããeee, olha só o tênis novo laranja e verde que eu comprei pra ir ao show do Restart!” Credo).

Enquanto eu curto bastante a fase boa, segue aqui o desfile de moda do Luisinho, em ordem inversamente cronológica.

Modelito: Laranja Mecânica

Quem deu: tia Marina Piedade

Perfeito para: dias de rebeldia

Idade na foto: 3 meses (quase 4)

Modelito: Yellow Submarine

Quem deu: tios Daniel Cabral e Camilla Costa

Perfeito para: dias lisérgicos e chamar a atenção das gatinhas no parquinho

Idade na foto: 3 meses

Modelito: Caveirinhas

Quem deu: mamãe

Perfeito para: fazer o contraste com a fantasia de freirinha

Idade na foto: 3 meses

Modelito: Nirvana

Quem deu: tios Fábio Marton e Marina

Perfeito para: dar uma choradinha

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Smoking

Quem deu: tia Reps

Perfeito para: ocasiões especiais e convívio na alta sociedade paulistana

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Googoo

Quem deu: tio Pedro Burgos e Carol

Perfeito para: dar uma de bebê geek

Idade na foto: 2 meses

Modelito: Monsieur Hulot

Quem deu: tia Élida e tio Reinaldo

Perfeito para: posar de intelectual do cinema francês ou para dias quentes de verão

Idade na foto: 1 mês

Modelito: My Mommy Rocks

Quem deu: mamãe, claro

Perfeito para: cantar um rock (que nem eu acho que ele tá fazendo na foto) ou jogar Guitar Hero com a mamãe

Idade na foto: recém-nascido

P.S. Ainda tem mais! Em breve: Só Crianças Emo Choram e Rock Band, das tias Larissas. Aguardem!